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10 estrelas do rock que partiram cedo

Viva o rock intensamente até você (muito em breve) partir
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Introdução

Em alguns casos, já era esperado. Em outros, foi totalmente chocante e inesperado. Para alguns, foi o caso de talvez sim, talvez não. Do que estamos falando? Esses roqueiros lendários e loucos que acabaram com tudo de forma muito trágica, mas que deixaram legados de grandes lembranças, imagens icônicas e, claro, um conjunto de músicas fantásticas que têm entretido e inspirado milhões de ouvintes. Elas são nossas top "10 estrelas do rock que partiram cedo" do mundo perigoso e implacável da indústria da música.

Foi-se, mas não será esquecida
Kevin Winter/Getty Images Entertainment/Getty Images

Destinados a um fim rápido?

Poucas pessoas realmente ficaram surpresas quando, em 23 de julho de 2011, Amy Winehouse morreu após um período breve, mas incrivelmente bem sucedido, em que dominou as ondas do rádio. Cantora extremamente talentosa, Amy também tinha um apetite voraz para a autodestruição. Álcool, heroína, cocaína e crack foram as tentações que levaram à ruína a voz incrível por trás de Frank; Back to Black; e Lioness. A cantora sensual, que recriou e fez seus alguns dos maiores clássicos do blues, jazz e R&B;, foi encontrada morta, aos 27 anos, em sua casa em Camden, Londres. A causa: intoxicação por álcool. Amy se foi. Sua música permanece.

Era uma vez um viciado
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Da anarquia à morte

Em 1977, graças ao seu ataque contra a monarquia britânica - God Save the Queen - o Sex Pistols tornou-se inimigo público número um. Os punks de Londres estavam em uma jornada selvagem alimentada pela controvérsia, indignação e uma bela coleção de hinos punk. Um deles não conseguiu sobreviver a essa jornada: o baixista Sid Vicious. Sid lidava bem com seu cabelo preto espetado, ar de desdém e jaqueta de couro. Mas, não conseguia lidar com as drogas. Em 2 de fevereiro de 1979, logo após sua detenção pelo suposto assassinato de sua namorada, a ex-stripper Nancy Spungen, Sid, aos 21 anos, morreu de overdose de heroína.

Grunge e a sepultura
Frank Micelotta/Getty Images Entertainment/Getty Images

Grunge atormentado e talentoso

O fato de Kurt Cobain, do Nirvana, ser um personagem atormentado e talentoso levou muitos adolescentes descontentes de todas as partes do planeta a tornarem-se fanáticos pela banda de rock grunge, no início da década de 1990, marcando o fim da era do glam rock da década anterior. Mas, enquanto que para alguns roqueiros temas como rebelião, depressão e delírio do mundo não eram nada mais do que recursos cínicos para vender seu produto, não era assim para Kurt. Ele era realmente um homem que vivia no limite. Em 5 de abril de 1994, Kurt Cobain se matou com um tiro na cabeça, em sua casa em Seattle.

Um gênio da guitarra
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Uma névoa de grandeza

Um homem para quem o termo "Guitar Hero" (herói da guitarra) certamente foi criado, Jimi Hendrix sozinho reinventou o ato de tocar guitarra no fim da década de 1960 e início da década de 1970. Confira Purple Haze, Voodoo Chile e All Along the Watchtower como provas. Jimi não somente tocava sua guitarra, mas dava vida a ela. Sons, tons, texturas e uma distorção eletrizante de estilos que nunca tinham sido ouvidos antes surpreenderam os fãs de rock em todos os lugares. A luz de Jimi não durou muito, no entanto. Ele engasgou com seu próprio vômito, em Londres, em setembro de 1970. O deus da guitarra não tinha nem 30 anos.

Uma porta se fecha
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Caminhando sobre a tempestade

Irradiando uma vibe "cool" do tipo que Mick Jagger cultivava no início da década de 1960, Jim Morrison - líder do The Doors - foi o último decadente selvagem que viveu intensamente de acordo com suas regras e estilo. Tudo funcionou muito bem para o líder da banda com seus cabelos longos e roupa de couro. Mas não poderia durar para sempre. Nada dura. Em 1971, a vida desregrada de festas havia transformado Jim, de ágil e atlético a uma pessoa inchada, cansada e envelhecida. Espantosamente, ele até deixou a barba por fazer. Infelizmente, o relógio parou em 3 de julho de 1971 para o homem conhecido como Lizard King.

Stones até a morte
Chris Jackson/Getty Images Entertainment/Getty Images

Não mais um Rolling Stone

Membro fundador da banda de rock mais famosa do planeta - os Rolling Stones - Brian Jones foi o guitarrista bem vestido e de cabelos moptop que as meninas amavam e os rapazes queriam ser. Músico muito talentoso, Brian teve uma vida grandiosa, divertida e decadente, a princípio. Mas sua vida rapidamente se tornou dominada por problemas de saúde, drogas e um declínio em sua produção musical e originalidade. Ele foi encontrado morto na piscina de sua casa de Sussex em 3 de julho de 1969. Alguns afirmam que foi assassinato, outros dizem que foi acidente. De qualquer forma, era o fim para Brian.

Quando o tempo se esgotou
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Queda fatal

Não é sempre que drogas, bebidas e vida desregrada levam nossos roqueiros precocemente. Às vezes, é apenas o caso de estar no lugar errado na hora errada. Certamente, esse é o caso da morte da lenda do rock and roll, Buddy Holly, em 3 de fevereiro de 1959. Apenas horas antes, Holly havia se apresentado no Surf Ballroom, em Clear Lake, Iowa, nos Estados Unidos, com seus companheiros de rock, Ritchie Valens e Big Bopper. Foi a última performance dos três. Eles tiveram um final trágico quando o avião em que viajavam caiu logo após a decolagem - resultado de uma tempestade de neve.

Ao encontro da morte
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Em curso de colisão

Marc Bolan era o carismático e cabeludo vocalista por trás da banda T-Rex, para sempre associado a sucessos dos anos 1970 como Ride a White Swan, Get it On e Metal Guru. Ele quase chegou aos 30. Mas não foi bem assim. Morreu duas semanas antes de atingir esse grande marco. O que ele atingiu com a cantora Gloria Jones, ao volante de um Mini, foi uma árvore em Barnes, Londres, na Inglaterra. Assustadoramente, Bolan nunca dirigia, temendo sempre a própria morte em um acidente. Se foi profecia ou um evento trágico e aleatório, Bolan marcou o fim de uma era na música britânica.

Suicídio em Sydney
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Em excesso

Ele surgiu como uma versão anos 1980/90 de Jim Morrison do The Doors. Nascido em Sydney, na Austrália, Michael Hutchence passou grande parte da década de 1980 e início da de 1990 dominando as paradas com sua banda INXS e produzindo hits de sucesso estrondoso, como Need You Tonight, New Sensation, e Devil Inside. Em 1997, tudo terminou com um fim desastroso. Com drogas e álcool fluindo em seu corpo e deprimido por circunstâncias referentes à sua relação com a estrela de TV Paula Yates, também já falecida, Hutchence tirou a própria vida em um quarto no Hotel Ritz-Carlton de Sydney. Foi um final triste e solitário para esse australiano.

Descanse em paz? Talvez...
Stuart Wilson/Getty Images Entertainment/Getty Images

Suicídio versus um novo começo

Foi no início da década de 1990 que os roqueiros galeses do Manic Street Preachers tornaram-se um grande sucesso. Mas nem todos conseguiram lidar com ele. Richie Edwards tocava guitarra, levantava multidões e fazia as meninas gritarem. Richie, no entanto, era atormentado por distúrbios alimentares. Ele também já tinha um histórico de automutilação. Em fevereiro de 1995, o carro de Richie foi encontrado perto da ponte de Severn, mas sem seu corpo. Muitos falaram em suicídio ou numa maneira engenhosa para começar uma nova vida sob uma nova identidade. As buscas ainda continuam.