10 fatos interessantes sobre as armas da independência dos EUA

Escrito por jock bergeron | Traduzido por bianca amorim
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10 fatos interessantes sobre as armas da independência dos EUA
Como retratado aqui, combate corpo a corpo não era incomum durante a guerra (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

Enquanto a Guerra da Independência dos EUA é comumente retratada como um tiroteio entre as tropas britânicas e os colonos americanos, a verdade é mais complicada. Diversos tipos de armas de fogo pessoais foram usadas durante a guera, mas ambos os lados confiavam em sua habilidade de lutar corpo a corpo. Além disso, tanto a artilharia quanto ataques navais criavam uma assimetria de poder entre os lados, o que resultou em várias soluções criativas em prol do Exército Continental.

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O mosquete era o preferido

Enquanto três grandes categorias de armas de fogo de uso pessoal existiam, ambos os lados usavam costumeiramente o mosquete durante a guerra. Pistolas eram muito pouco precisas enquanto rifles levavam de duas a quatro vezes o tempo para carregar de um mosquete. Além disso, não se poderia adicionar baionetas em um rifle, enquanto isso era possível com um mosquete.

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Mosquetes eram preferidos ao invés de rifles pela velocidade com que poderiam ser carregados (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

Armas para combate corpo a corpo

Por causa da ineficiência das armas de fogo do período, tropas frequentemente se engajavam em combates corpo a corpo após a troca de apenas alguns tiros. O resultado era que todo soldado carregava armas para lutas corpo a corpo juntamente com suas armas de fogo. Geralmente, mosqueteiros confiavam em suas baionetas. Muitos soldados também carregavam espadas, machadinhas ou facas para usar nessas situações.

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Muitos soldados carregavam machados em caso de combate a curta distância (Jupiterimages/liquidlibrary/Getty Images)

O primeiro submarino militar

O "Turtle" (Tartaruga) era um submarino movido por pedais desenhado por David Bushnell. Foi encomendado para inserir uma bomba no casco do "HMS Eagle", um navio britânico ancorado no porto de Nova Iorque. Infelizmente, o "Turtle" falhou em sua missão, detonando a bomba sob a água no meio do porto. Esse primeiro submarino marcou uma tentativa de enfraquecer o problema da poderosa marinha britânica em comparação com a completa falta de poderio naval das colônias.

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George Washington odiava a maneira "pouco cavalheira" de usar o "Turtle" para bombear navios britânicos (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

Munições forjadas pelos soldados

Os soldados usavam moldes para forjar sua própria munição. Os moldes tinham duas metades, que poderiam ser unidas, formando um recipiente selado. Chumbo poderia ser despejado nas cavidades através de um cano em um dos lados. Quando o chumbo solidificava, o soldado podia desmontar o molde e remover as balas.

Canhões e outras artilharias

Enquanto canhões, ou "armas" eram muito usadas durante a Guerra da Independência, dois outros tipos de artilharia estavam presentes também. Morteiros eram armas montadas com um sistema de disparo de câmara. Isso significa que pólvora poderia ser padronizada para criar resultados mais previsíveis que um canhão carregado pelo lado de disparo. O howitzer era uma arma com câmara e de cano curto, desenhada para lançar bombas incendiárias explosivas no ranking inimigo.

Armas de fogo levavam muito tempo para recarregar

Mosquetes geralmente levavam 15 segundos para recarregar quando usando um cartucho de recarga de papel. Rifles poderiam levar de 30 segundos até um minuto. Canhões também levavam muito tempo para recarregar. O resultado era que a linha de fogo ocasionalmente era rompida porque os soldados estavam recarregando, o que criava o momento perfeito para um ataque de cavalaria.

Pistolas eram raramente usadas

Pistolas eram extremamente pouco precisas, exceto para distâncias curtas. Também eram caras para produzir. O resultado é que elas tendiam a não ser o uso padrão e apareciam como armas reservas para oficiais. E, mesmo aqueles que as carregavam, raramente as usavam em combate porque o inimigo precisava estar próximo para tornar a pistola útil.

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As primeiras pistolas só eram efetivas em distâncias curtas (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

A baioneta: segunda linha de defesa

Uma das armas mais úteis e prevalentes durante a Guerra da Independência era a baioneta sobre um mosquete. Isso permitia que os soldados de infantaria se defendessem de ataques da cavalaria da mesma forma que alabardas o faziam no passado. Também provinham uma opção automática de luta corpo a corpo quando o inimigo penetrava nas linhas.

Espadas eram comuns durante a guerra

Muitos tipos de espadas eram usadas durante a guerra. A infantaria muitas vezes carregava um sabre ou cutelo. Esse era um sabre curto e largo, que frequentemente tinha uma guarda em cesta. Sabres de cavalaria eram mais longos, com uma lâmina mais estreita. Eram frequentemente carregadas por oficiais de altas patentes, pelos Jäger alemães e pelos atiradores americanos.

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Sabres de cavalaria eram mais longos e finos que aqueles usados pela infantaria (Ablestock.com/AbleStock.com/Getty Images)

A escassez de baionetas

Baionetas, assim como barcos, eram extremamente valiosos para as colônias americanas durante a Guerra da Independência. Eles tinham mais mosqueteiros que baionetas e, consequentemente, muitos deles precisavam carregar armas tradicionais em caso de combates corpo a corpo. Tanto a escassez de baionetas quanto de navios foram problemas resolvidos pelos franceses quando se aliaram aos americanos na luta.

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