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Os 10 mandamentos do idiota que quer parecer inteligente

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Introdução

Idiotas tem aos montes pelo mundo. Cruzamos com eles dia após dia: alguns os ignoramos e outros são inofensivos. Contudo, existe uma categoria de idiotas perigosos: são aqueles que se creem inteligentes. Podem afetar você tanto no trabalho como na vida cotidiana, pois irritam por causa da arrogância justificada na suposta inteligência deles. Por sorte, há um lado positivo nessas situações: rirmos deles e, de vez em quando, os expor ao ridículo.

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O "acadêmico"

Nem seus títulos nem as prestigiosas instituições às quais você tenha ido lhe assegurarão inteligência e respeito. Nem sequer um bom emprego, pois tudo depende das pessoas e não dos diplomas acumulados. Entretanto, há idiotas que creem o contrário. Antes de dar uma opinião, dão a entender que seus comentários estão embasados por suas conquistas acadêmicas. O melhor momento não é quando se equivocam, senão quando alguém se adianta a fazer o mesmo comentário que ele sem desembainhar nenhum diploma.

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O zombeteiro

Quem nunca achou graça de alguém que pronuncia errado uma palavra em outro idioma? Claro que os erros são engraçados, sempre que não sejam produto da falta de educação por falta de oportunidades. Mas como toda regra, esta também tem uma exceção, materializada no idiota que ridiculariza os que se equivocam por desconhecimento. Recomendamos a você se afastar de pessoas assim, que além de tudo são más. Mas antes dê o troco evidenciando algum erro dele mesmo.

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O leitor

Existe uma antiga lenga urbana que defende que se gabar pela quantidade de livros que você leu imediatamente converte você numa pessoa inteligente. Claro que ler envolve de alguma forma incorporar novos conceitos, mas se você não sabe aprofundá-los, eles não servem para muita coisa. O idiota que antecede seus comentários com a frase "porque neste ou naquele livro..." numa tentativa de agregar valor a seus comentários evidencia que não tem crédito e necessita apoiar-se "nos livros". Quando o que você defende tem valor, você não precisa recorrer à literatura.

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O corretor

"Interruptor com fins pedagógicos". Assim poderíamos definir o tipo de idiota que se caracteriza por, "fantasiado" de professor, intercalar seus comentários corretivos durante nossas frases. Nenhuma ideia se conclui se esse idiota está por perto. Melhor pará-lo na primeira tentativa de interrupção ou você abrirá uma caixa de pandora difícil de fechar sem perder as estribeiras. Se você não planeja manter uma boa relação com essa pessoa, mande-a calar-se na frente de todos: assim você dá um gostinho silencioso às pessoas ao redor que provavelmente também a consideram uma idiota.

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O comentador

O idiota sem limites. Incapaz de manter-se alheio a algo, ele tenta brindar seu ponto de vista em qualquer conversa, consultado ou não. Geralmente, seus comentários se baseiam em experiência própria, que para ele tem mais valor que as opiniões dos demais. Há um certo grau de necessidade de protagonismo nesse idiota que não tolera ficar de fora dos acontecimentos. Inclusive, pode até criar um desentendimento se a pessoa que ele interrompeu para dar sua opinião levar a mal a intromissão.

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O endinheirado

Existe um idiota muito mais perigoso que os anteriormente mencionados: o que se acha inteligente e tem dinheiro. Seria bom lembrar a esse sujeito que, assim como o dinheiro não traz felicidade, tampouco provê inteligência. Muitas das colocações dele estarão embasadas em sua capacidade de conservar sua fortuna, o que o converteria num conhecedor absoluto e incontestável. Ele só poderá prová-lo se em temporada de vacas magras souber engordá-las novamente.

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O fanático

Os extremos devem ser evitados em todos os seguimentos da vida. O mesmo se aplica aos fanáticos, que podem tornar-se perigosos. Quando um idiota orienta seu fanatismo às ideologias ao ponto de desvalorizar qualquer um que pense diferente dele, se torna insuportável. Ele é o tipo de idiota que não pode deixar seu fanatismo de lado em nenhum momento do dia e termina por confrontar as pessoas em momentos para lá de inapropriados. Por isso, aqui vai uma recomendação: não o convide para seu aniversário se não quiser se arrepender redondamente.

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O "marketeiro"

Se suas conquistas são suficientemente importantes a ponto ser reconhecidas por qualquer um, você não precisará de propaganda. Aqueles cujas realizações ficam aquém do memorável acabam apelando ao amor próprio. Esses são os idiotas do marketing pessoal, crentes de que tudo o que fazem é importante. Eles entendem que seus atos são carregados de uma aura de inteligência e perspicácia que deve ser de conhecimento geral. Querido idiota apaixonado por si mesmo, sua vida não nos interessa, tampouco achamos que você seja tão esperto como você se esforça para parecer.

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O negador

Esse idiota se acha inteligente pelo simples fato de estar contra "tudo o que está aí". Ele crê saber ou reconhecer algo que o resto da humanidade não pode dar-se conta, o que o catapultaria automaticamente ao Olimpo da sabedoria. O "modus operandi" dele é batido: contradiz tudo que seu interlocutor disser, no melhor dos casos com argumentos, outras vezes somente para exercitar sua vocação para ser "do contra". Por sorte, esse idiota não é perigoso, pois qualquer um que tope com ele vai perceber rapidinho a lamentável condição dele.

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O puxa-saco

Deixamos esta caterogia por último pelo nível de periculosidade que esse sujeito carrega consigo. O puxa-sacos, aquele que sem grandes habilidades investe numa intessada amizade com o chefe colocando-se ao lado dele para conseguir com a relação o que não alcançaria com o talento. O perigo nesse caso está no fato dele se acreditar acima dos demais por causa das tarefas especiais que acabam caindo no colo dele mesmo sem merecer. Contudo, o que ele não sabe é que todos seus colegas o consideram um pau-mandado do chefe.