6 dicas para lidar com bullying no trabalho

Escrito por lee grayson Google | Traduzido por mayara leal
6 dicas para lidar com bullying no trabalho

Assédio moral no trabalho é uma prática comum em qualquer tipo de emprego

Photos.com/PhotoObjects.net/Getty Images

Uma pesquisa feita em 2010 pela Zogby International para o Instituto de Assédio Moral no Trabalho descobriu que mais de 34% dos trabalhadores vivenciam atualmente bullying ou assédio no tempo passado no trabalho. O estudo também mostrou que mais de 15% dos colaboradores já testemunharam ocorrências de assédio moral. O bullying envolve ataques individuais e assédio de grupos de pessoas no trabalho baseado na formação cultural do trabalhador, raça, sexo, idade ou orientação sexual. Lidar com assédio moral no ambiente de trabalho envolve tomar medidas imediatas para acabar com o abuso.

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Mantenha a calma e não pratique retaliação

O artigo do consultor de negócios John E. Richardson na "Business Review Graziadio" da Universidade Pepperdine, informa que os praticantes de bullying "travam uma guerra encoberta intencionalmente" visando os melhores trabalhadores da empresa. Colaboradores que se distraem de seu trabalho por retaliação e vingança incentivam os praticantes de bullying a criar um incidente no escritório.

Reporte o bullying

Praticantes de assédio moral se sentem encorajados pelos trabalhadores incapazes ou não dispostos a defender-se contra o abuso. O autor do crime se alimenta do medo ou retaliação, que permite que o bullying alcance níveis mais elevados. Consulte o manual do seu local de trabalho ou a política legal da empresa relacionada ao assédio no trabalho. Relate os bullyings imediatamente aos supervisores, representantes de sindicatos e patrões. Use uma linguagem específica para descrever os incidentes e o tipo de ataque. Preencha reclamações formais por escrito, se necessário, inclusive para pedir assistência na aplicação da lei, se o praticante de bullying ameaçar você, seu emprego ou sua família.

Questione o comportamento do assediador em público

Evite confrontos pessoais, mas questione o assediador sobre seu comportamento quando o evento acontece em um ambiente público na frente dos colegas de trabalho. Ressalte o comportamento inadequado ou ameaçador e pergunte o porquê da sua reação hostil, zombando ou ameaçando. Essa abordagem funciona normalmente em pequena escala de assédio moral no local de trabalho. Tornar o assunto público chama a atenção para o mau comportamento e conscientiza os outros trabalhadores da situação. Estes colaboradores podem confirmar o abuso caso a gestão questione a existência ou problema de bullying se estenda.

Mantenha registros e evidências do bullying

Guarde cópias, tanto no escritório quanto em casa, de qualquer documentação escrita do bullying. E-mails e notas documentam ameaças potenciais e situações de bullying. Se o assediador danificar a sua propriedade pessoal ou equipamento de trabalho, tire fotografias dos materiais para documentar o ocorrido. Esta informação fornece a prova em audiência ou ação legal em caso de negação do delito por parte do assediador. Nos Estados Unidos, o bullying pode ser ilegal se envolve assédio com base em raça, religião, nacionalidade, sexo, idade acima de 40 anos, deficiência, HIV / AIDS ou hepatite C, de acordo com o Departamento de Trabalho e Indústrias do Estado de Washington. Outras categorias, como a orientação sexual e status militar, são protegidas por lei estadual em alguns estados.

Continue trabalhando enquanto registra os incidentes discretamente

Evite chamar a atenção para os registros e a documentação para evitar o risco de assédio adicional. Registre os incidentes de forma discreta, e relate novos incidentes aos supervisores ou, no caso de bullying por parte da supervisão, para a gestão, e trabalhe normalmente no seu local de trabalho.

Examinação pessoal

Um método para lidar com praticantes de bullying no trabalho exige o exame de suas próprias ações para ter certeza de que você não atrai o bullying através da oferta de algo pessoal que parece aberto e fácil de atacar. Este exame básico não minimiza o papel do agressor, mas apenas identifica possíveis alterações comportamentais para tornar sua abordagem no local de trabalho menos aberta ao abuso verbal ou físico.

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