Abordagem descritiva x abordagem prescritiva

Escrito por christina lee | Traduzido por nehme abdallah
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Abordagem descritiva x abordagem prescritiva
Prescritivismo e descritivismo são duas escolas de ética em filosofia (The antique philosopher image by Sergey Galushko from Fotolia.com)

Moral descritiva e prescritiva conotam duas medidas diferentes de moral em ética. A ética fornece os parâmetros em quais os humanos se esforçam para viver "a vida boa". Quando um indivíduo está vivendo um dilema, ele recorre aos preceitos de ética para obter auxílio.

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Moral descritiva

A Enciclopédia de Filosofia de Stanford explica que a moral descritiva está nas regras específicas impostas na sociedade. Por exemplo, regras como "não mentir" e "não roubar" são descritivas. Elas claramente delineiam comportamentos inaceitáveis para membros de uma sociedade específica. Ainda é explicado no livro que os teóricos de ética descritiva entendem a moral como um comportamento que é específico para cada sociedade, os quais evitam fazer comentários generalizados que se apliquem à toda humanidade.

Moral prescritiva

A abordagem prescritiva supõe que a moralidade universal pode ser alcançada por todas as sociedades humanas, e que todas as sociedades recebem preceitos éticos simplesmente por seguir um procedimento filosófico. Assim, essa abordagem moralista acredita que todas as "pessoas racionais" podem obter preceitos éticos. Immanuel Kant foi um famoso filósofo prescritivo, conhecido por sua ideia de que qualquer ser humano pode fazer um julgamento moral se considerar que a ação que deseja realizar é conveniente para ser reproduzida por toda a humanidade.

Além do prescritivismo e do descritivismo

Filósofos do séc. XX tentaram ir além do debate entre essas duas abordagens. Por exemplo, Martin Heidegger argumentou na defesa da filosofia como estudo do ser, ao invés de um estudo de ética. Influenciado por Heidegger, Michel Focault emprega julgamento moral e ativismo em sua escrita, mas mesmo assim contraria a ideia de que ética deve ser o objeto de estudo da filosofia. Mesmo enchendo seu livro com críticas morais, ele ainda assim evita ditar regras que seriam benéficas para toda a população de uma sociedade ou da humanidade como um todo.

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