Alergia ao poliéster

Escrito por lara carpenter chapman | Traduzido por ágata erhart
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Alergia ao poliéster
O poliéster encontrado em roupas pode causar dermatite alérgica de contato (store display of fabric image by Joyce Wilkes from Fotolia.com)

O poliéster é uma fibra sintética frequentemente usada em peças de tecido como roupas, lençóis ou roupas de banho. De acordo com a Academia Americana de Dermatologia, a alergia ao poliéster é definida como uma dermatite alérgica de contato na qual a pele fica vermelha, irritada e inchada quando exposta à fibra. Esse problema é similar a outros tipos de erupções cutâneas, o que torna seu diagnóstico ainda mais difícil. Portanto, é vital para os médicos especializados, como os dermatologistas, estudarem todos os materiais que estiveram em contato com a pele do paciente para identificar a fonte alérgica do poliéster.

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Testes na pele

Os testes na pele são usados para identificar substâncias que possam estar causando reação alérgica. O site americano WebMD relata que existem três tipos de testes usados para determinar o alergênico: por escarificação, intradérmico e de contato. Na maioria dos casos de dermatites alérgicas por contato, a Academia Americana de Dermatologia atesta que os testes de contato são mais seguros e mais fáceis para diagnosticar a alteração.

O teste de contato é um procedimento simples em que pequenas quantidades de possíveis alergênicos são aplicados na pele com tiras de adesivos, que são removidas depois de dois dias. Se aparecer uma pequena marca vermelha no local do esparadrapo, o resultado é positivo.

PPD e dermatite causada por tintura têxtil

A parafenilendiamina, ou PPD (sigla em inglês), é um ingrediente muito usado em tinturas permanentes para cabelo . Apesar de essa substância raramente ser encontrada em roupas, outras colorações do poliéster podem misturar-se com o PPD, causando reação alérgica. Os alérgicos à parafenilendiamina devem ficar longe do poliéster ou de quaisquer outras fibras sintéticas.

Embora esse tipo de dermatite alérgica não seja comum, o número real de ocorrências permanece desconhecido devido à pouca realização de testes de contato. Edwin K. Joe, médico, escreveu no Jornal Online de Dermatologia (site americano) que os alergênicos específicos para tinturas têxteis geralmente não são incluídos nos testes com os adesivos. Ele vai além ao dizer que os corantes de dispersão azul 106 e 124 são excelentes em exames de identificação da alergia ao poliéster.

Sintomas

Alguns dos sintomas mais comuns em alergia ao poliéster são erupções avermelhadas nas pernas, coceira intensa, urticárias e escoriações na pele. Pessoas com eczemas ou pele sensível devem evitar o uso de poliéster para prevenir irritações e desconforto futuros.

Alívio para a alergia ao poliéster

Não existe cura para a alergia ao poliéster, mas certamente os inúmeros medicamentos possíveis de ser prescritos podem ajudar a diminuir os sintomas. Anti-histamínicos, cremes de esteroides, lavagem frequente, loções de calamina, compressas úmidas e banhos frios são tratamentos eficazes para o problema.

Prevenção

O melhor jeito de prevenir-se contra a alergia é evitando os produtos que contêm poliéster. Isso pode ser difícil devido à popularidade da fibra sintética em roupas e lençóis. Porém, existem materiais, como algodão e seda, que podem ser usados como opções antialérgicas.

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