Alergia a proteína bovina

Escrito por jody paterson | Traduzido por thiago silva
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Alergia a proteína bovina
A alergia afeta entre 2 % e 7 % das crianças (cow image by david purday from Fotolia.com)

A alergia à proteína bovina afeta entre 2 % e 7 % de todas as crianças, apesar de que boa parte destas se curam da condição até os 5 anos de idade. A alergia pode causar desconforto estomacal, irritabilidade, fezes moles e erupções cutâneas. Em casos raros, até mesmo reações alérgicas com risco de vida. A maioria das fórmulas infantis é feita com leite de vaca, então tratar bebês com esta alergia requer a mudança para fórmulas alternativas ou leite materno.

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Causas

Como todas a alergias, esta é causada por um engano do sistema imunológico interpretando uma substância como um invasor indesejado. O corpo reage com uma série de sintomas desagradáveis para repelir o invasor. É essa reação que faz as pessoas se sentirem tão mal por conta de uma alergia. Crianças amamentadas pela mãe têm um risco menor de desenvolver essa alergia que bebês alimentados com fórmulas, mas os pesquisadores não sabem dizer o porquê de algumas crianças terem essa condição e outras não.

Sintomas

A forma mais comum da alergia, a de reação lenta, não mostra sintomas até que se passem de sete a dez dias do consumo de leite. Dentre estes estão vômito, fezes moles ou sanguinolentas, recusa em comer, irritabilidade generalizada e erupções cutâneas. Pessoas com alergia de reação rápida sentem-se mal logo após a ingestão, com todos os sintomas acima, mais inchaço, chiado no peito e urticária. Em casos raros, um choque anafilático pode levar a problemas respiratórios sérios e uma queda perigosa na pressão sanguínea, com risco de vida.

Diagnóstico

A condição pode ser complicada de se diagnosticar. De acordo com um artigo da edição de outubro de 2007 da Archives of Disease in Childhood, uma forma de diagnóstico certeira é quando os sintomas param assim que a pessoa para de consumir leite e retornam após a reintrodução do mesmo, sob supervisão médica. Testes com puncturas na pele não são tão eficazes para diagnosticar esta alergia se comparados com outros tipos.

Tratamento

As crianças diagnosticadas com a condição deverão ser amamentadas com leite materno somente ou mudar para uma fórmula especial. Algumas se dão bem com fórmulas com base de soja, outras possuem sensibilidade ao produto. Para estas, os médicos recomendam uma fórmula extensamente hidrolisada, que use de um processo de "pré-digestão" para quebrar a proteína problemática. Crianças com sensibilidade extrema podem ter que ingerir uma fórmula de aminoácidos, que fornece proteínas em sua forma mais simples.

Alergia a proteína bovina
Há diversas alternativas para o tratamento (infant with four teeths image by Pavel Losevsky from Fotolia.com)

Considerações

Nutricionistas recomendam não substituir o leite por leite de cabra ou de nozes para crianças alérgicas. O leite materno oferece o melhor em nutrição para crianças e o menor risco de alergia, mas em alguns casos, o bebê amamentado pode desenvolver a condição caso sua mãe consuma quantidade significativa de laticínios. Por mais que a incidência da alergia ainda seja relativamente rara, até 15% das crianças terão alguma reação adversa ao leite de vaca.

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