Alternativas ao cloreto férrico para gravar metais

Escrito por tony oldhand | Traduzido por marina pastore
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Alternativas ao cloreto férrico para gravar metais
Algumas águas-fortes são muito elaboradas (Hemera Technologies/AbleStock.com/Getty Images)

A água-forte é um método consagrado pelo tempo de fazer gravuras em metal. Uma máscara é colocada sobre o metal, com algumas áreas recortadas. Ácido é despejado sobre o metal com a máscara. O ácido "come" as áreas que não estão cobertas pela máscara, deixando um sulco. O cloreto férrico é um ácido comum usado na gravação de cobre, zinco e vários outros metais. Porém, outros ácidos também funcionam. Fique avisado caso você esteja procurando um método seguro, rápido e fácil de fazer águas-fortes: não existe tal sistema. Qualquer produto químico que dissolva metal também vai dissolver a sua pele. Antes de executar qualquer trabalho de gravura, obtenha treinamento sobre substâncias químicas perigosas e equipamentos de segurança adequados.

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Ácido clorídrico

O ácido clorídrico, também chamado de ácido muriático, pode ser encontrado em lojas de produtos químicos para piscinas ou para construção. O ácido clorídrico serve para gravar a maior parte dos metais, mas só deve ser usado por pessoas treinadas. Ele é um produto químico muito forte, que libera vapores tóxicos durante o uso e aquece o metal consideravelmente durante o processo de gravura. Equipamentos de segurança, como óculos vedados e luvas de borracha, devem ser usados durante o processo. O descarte de ácido não utilizado requer levá-lo a uma instalação de eliminação de produtos tóxicos, já que ele é um material perigoso regulado.

Gravura com sulfato de sódio

O sulfato de sódio também é muito usado em águas-fortes. Esta substância química é feita pela combinação de sulfato de cobre com cloreto de sódio. De acordo com o gravurista Friedhard Kiekeben, no site Nontoxic Paint and Print, esta substância é menos tóxica do que ácidos. Observe, porém, que "menos tóxica" não significa que ela seja 100% atóxica. O sulfato de sódio ainda é um produto químico forte e deve ser manuseado por pessoas treinadas com conhecimentos em segurança.

Compostos de eletrogravura

O gravurista Alfonso Crujera, também no site Nontoxic Paint and Print, explica um processo de gravura que usa eletricidade em combinação com produtos químicos. As substâncias usadas são sulfato de cobre, de zinco ou sulfato ferroso. Um banho eletrolítico é feito, e a placa a ser gravada é imersa na solução líquida. A placa é conectada ao lado positivo de uma fonte de energia. A gravura ocorre por um processo elétrico que remove metal das áreas sem máscara, transferindo-o para outra placa conectada ao lado negativo da fonte de energia. Mais uma vez, este processo é menos tóxico, mas não atóxico. As substâncias químicas envolvidas ainda são muito fortes, exigindo treinamento adequado e equipamentos de segurança.

Corrosão por peróxido de hidrogênio

A corrosão por peróxido de hidrogênio é um método relativamente atóxico de fazer gravuras em metal. Para corroer, dê um polimento à sua placa até atingir bastante brilho e remova todos os resíduos. Cole a sua máscara. Ela pode ser feita de papel branco adesivo comum. Faça seu desenho no papel e recorte-o com um estilete muito afiado. Despeje peróxido de hidrogênio (água oxigenada) comum, disponível em qualquer farmácia, sobre o metal. O peróxido vai manchar as áreas expostas. Depois disto, remova a máscaras e passe uma camada de spray transparente, como poliuretano. O peróxido de hidrogênio comum não é considerado perigoso e pode ser lavado na pia. Assim como com qualquer produto químico, equipamentos de segurança, como óculos de proteção e luvas, também devem ser usados.

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