Alternativas medicinais para calcificações cerebrais

Escrito por robin reichert | Traduzido por samuel silva
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As calcificações cerebrais, também chamadas de Síndrome de Fahr ou calcinose, caracterizam-se pela formação de depósitos de cálcio nos tecidos moles do cérebro. Os sintomas associados com as calcificações cerebrais incluem a perda parcial ou total do controle motor, rigidez corporal, retardo mental, demência, complicações visuais, convulsões, tremores e movimentos faciais involuntários. Seu rosto também pode desenvolver uma aparência de máscara. Apesar de não haver cura para a doença atualmente, vários remédios alternativos podem ajudá-lo a lidar com os sintomas da calcificação no cérebro.

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Diagnóstico e tratamento

Visite o seu médico para obter um exame completo para verificar a existência da síndrome de Fahr. Os exames de tomografia computadorizada, raios-X e imagens de ressonância magnética podem ser realizados para ver o estado atual do seu cérebro. Em casos extremos, é necessária a remoção cirúrgica dos depósitos de cálcio, mas, muitas vezes, a condição é tratada com medidas não invasivas. A varfarina, um bloqueador de cálcio, pode ser prescrita. Seu médico também pode aconselhá-lo a mudar sua dieta para reduzir os níveis de ingestão de cálcio. Evite o uso de suplementos de cálcio caso você sofra de calcificações cerebrais.

Valeriana e solidéu

Na “Complete Encyclopedia of Natural Healing” ("Enciclopédia da cura natural", em tradução livre) o especialista em nutrição Gary Null explica que uma combinação das ervas valeriana e solidéu pode ajudar a lidar com os tremores associados as calcificações cerebrais. Misture 15 gotas do extrato de valeriana com 15 gotas do extrato de solidéu e consuma a mistura de uma vez por dia. Você também pode tomar cada erva em forma de cápsula para reduzir as calcificações cerebrais: tome 200 mg de valeriana três a quatro vezes por dia e duas cápsulas de 850 mg de solidéu, duas vezes por dia.

Mulheres grávidas ou amamentando não devem tomar essa erva, pois ela pode intensificar o uso de certos medicamentos como sedativos, anticonvulsivantes, barbitúricos, benzodiazepinas, zolpidem, zaleplon, eszpiclone, ramelteon, antidepressivos tricíclicos, álcool, anti-histamínicos, as estatinas, medicamentos antifúngicos e medicamentos anestésicos.

Sendo assim, não tome a erva solidéu nessas condições. Os diabéticos devem obter a aprovação de um médico antes de consumi-la também, uma vez que ela pode reduzir os níveis de glicose no sangue e causar hipoglicemia. Essa erva pode interagir ou interferir com sedativos, anticonvulsivantes, barbitúricos, benzodiazepinas, medicamentos para a insônia, antidepressivos tricíclicos, álcool e medicamentos diabéticos para controlar os níveis de glicose.

Taurina

Em "Prescription for Nutritional Healing" ("Prescrição para a cura nutricional", em tradução livre), o consultor nutricional Phyllis A. Balch explica que a taurina oferece propriedades de proteção ao cérebro e pode diminuir a chance de convulsões que às vezes são associadas com calcificações cerebrais. Tome 500 mg de suplementos de taurina em forma de cápsula, três vezes por dia. Esse aminoácido pode reduzir convulsões, e funciona como o ácido gama-aminobutírico no cérebro, um neurotransmissor que também possui propriedades inibidoras da convulsão. As mulheres que estejam amamentando e grávidas não devem usar a taurina a não ser que seja prescrita por um médico. Os diabéticos, bem como aqueles com hipoglicemia, também deve falar com um médico antes de utilizá-la, já que esse suplemento pode interagir com medicamentos diabéticos.

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