Atividades para atenuar deficiências cognitivas no ensino de crianças

Escrito por samantha volz | Traduzido por caroline zemuner
Atividades para atenuar deficiências cognitivas no ensino de crianças

Uma variedade de brinquedos, como alguns de causa-efeito, pode ajudar alunos deficientes no aprendizado

Toys at bazaar image by TekinT from Fotolia.com

Segundo a base de dados online Disabled World, as deficiências cognitivas podem apresentar-se de diversas formas, incluindo a síndrome de Down, o autismo e as dificuldades de aprendizado como a dislexia e o transtorno de déficit de atenção. Independentemente da deficiência, educar crianças com esses atrasos cognitivos pode ser frustrante para professores que querem ajudar os alunos a aprender. Existe um número de atividades que podem ajudar essas crianças a compreender e aprender melhor.

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Pequeno grupo de trabalho

A publicação da National Academies Press "Educando crianças com autismo" [em inglês] afirma que muitas crianças autistas, e aquelas com deficiências cognitivas semelhantes, respondem bem às atividades desenvolvidas em pequenos grupos. A pesquisa presente no livro, conduzida pelo Comitê de Intervenções Educacionais para Crianças com Autismo, indica que o trabalho em grupos de três a cinco crianças foi melhor para os alunos autistas. Esses pequenos grupos, nos quais cada membro teve um conjunto de materiais e uma chance de responder, permitiram que as crianças autistas se movessem além das limitações sociais e de aprendizagem de suas deficiências cognitivas e a trabalharem adequadamente e produtivamente na sala de aula. A pesquisa também descobriu que esses alunos aprenderam melhor a compreensão da leitura pela tutoria em pares do que pela instrução de sala de aula generalizada.

Trabalho de contato

O contato das mãos com brinquedos pode ajudar as crianças com deficiências cognitivas a desenvolver conexões de aprendizado mais fortes. O programa "The Augmentative and Alternative Communication Connecting Young Kids" (YAACK) do campus Lincoln da Universidade de Nebraska indica que os alunos que usam brinquedos que podem ser acionados podem começar a desenvolver o entendimento de causa e efeito. Por exemplo, "quando eu aperto esse botão, acontece isso". Muitas crianças com deficiência cognitiva têm problemas no entendimento dessas relações de causalidade. A pesquisa do Comitê de Intervenções Educacionais para Crianças com Autismo indicou um padrão similar. Os alunos autistas que foram instruídos no reconhecimento de palavras pela visão de brinquedos (por exemplo, segurando e olhando para um carrinho, ouvindo a palavra "carro") foram capazes de reconhecer a conexão entre o objeto e a palavra posteriormente. Eles também conseguiram generalizar o reconhecimento, o que significa que são capazes de identificar um carro mesmo se for de cor ou formato diferente.

Seguindo instrução direta

Alunos com deficiências cognitivas podem ser muito beneficiados com atividades nas quais eles interagem com professores em um nível não verbal. Segundo a pesquisa da Universidade de Lincoln, as crianças com esse tipo de deficiência normalmente não possuem muitas das habilidades necessárias para o discurso eficaz, como um contato visual e o entendimento da linguagem corporal. Esses alunos ouvem uma palavra, mas ela pode ser facilmente esquecida assim que outra palavra é dita. O modelo do professor pode ser altamente eficaz para elas, podendo induzir e instruí-los usando exemplos diretos do que deve ser feito. Por exemplo, se quiser que um aluno coloque um bloco em uma cesta, deve-se mostrar como fazer isso. De forma semelhante, a instrução dada usando a lousa ou outro método de estimulação visual pode ajudar as crianças a permanecerem na tarefa. Se ela puder ler, escreva as instruções e leia-as, ou desenhe imagens associadas com as instruções.

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