Atividades da nobreza

Escrito por brian gabriel | Traduzido por pedro antunes
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Atividades da nobreza
A nobreza tinha que acompanhar suas grandes propriedades (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

A sociedade medieval europeia era dividia em três estados: a igreja, a nobreza e o povo. As pessoas nascidas na nobreza nasciam no topo da ordem social. O historiador Jackson Spielvogel diz que a nobreza era uma pequena minoria da população europeia - apenas cerca de dois ou três por cento da população total no século 18. Famílias nobres possuíam várias extensões de terra e lutavam pelas propriedades com outras famílias nobres. A nobreza se esbanjava com entretenimento, mas eles também tinha que trabalhar duro para manter suas propriedades.

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Lutas

A nobreza era uma classe de guerreiros. Os nobres resolviam suas disputas lutando - os mais poderosos até entravam em guerra uns com os outros. Por serem pessoas muito poderosas e acostumadas com as coisas do seu jeito, os nobres tinham temperamentos violentos que explodiam durantes sessões no tribunal. Cada casa nobre contratava uma pessoa que era o equivalente a um especialista em relações públicas para acalmar seu empregador quando seu temperamento estourava.

Entretenimento

A nobreza se entretinha assistindo a torneios, que eram batalhas falsas entre cavaleiros. Nem todo o entretenimento era passivo. Nobres homens e mulheres aprendiam arco e flecha, por exemplo. Eles entretinha convidados para jantar contratando artistas para apresentar-se pare eles, incluindo mágicos, malabaristas e menestréis.

Contabilidade

Os nobres eram encarregados de grandes propriedades extensos bens. Um dos deveres mais importantes da nobreza era manter sua riqueza. Apesar de serem ricos, eles não podiam gastar o tempo todo com atividades de laser. Eles tinham que gastar tempo administrando a propriedade e cuidando o fluxo de caixa.

Clero

A Igreja Católica tinha muito poder na sociedade medieval europeia. A igreja tinha fundos consideráveis e desfrutava de não pagar impostos. A maioria dos nobres acreditava no princípio do "Direito Divino dos Reis", que significava que os reis tinha apoio divino para o seu reinado. Frequentemente, havia cooperação entre o clero e a nobreza na sociedade europeia medieval, já que alguns membros seniores do clérigo vinham de famílias nobres. Eles eram tipicamente os filhos mais novos de famílias nobres que não herdavam as terras. Monastérios e abadias ficavam muito ricos pelos alugueis que cobravam dos fazendeiros arrendatários.

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