Como calcular o benefício fiscal da dívida

Escrito por britt barclay | Traduzido por andressa gonzalez
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Como calcular o benefício fiscal da dívida
Calculando o benefício fiscal da dívida (Visage/Stockbyte/Getty Images)

Os benefícios fiscais são reduções de impostos que resultam de uma renda tributável reduzida. No ramo financeiro, as despesas com juros são deduzidas do rendimento global da empresa antes de ser tributado. Devido a isso, algumas teorias vão longe com a alegação de que a estrutura ótima de capital de uma corporação é de 100 por cento da dívida. Esse, evidentemente, não é o caso; a dívida torna-se mais cara para uma empresa a cada nova emissão. Em algum momento, as vantagens dos benefícios fiscais serão compensadas pelo custo da emissão de uma nova dívida. As corporações, no entanto, emitirão a dívida até aquele ponto.

Nível de dificuldade:
Moderado

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Instruções

    Cálculo do benefício fiscal da dívida

  1. 1

    Determine a taxa de impostos da empresa, cujo benefício fiscal deve ser calculado. Isso pode ser feito examinando demonstrações financeiras anteriores. A partir da declaração de renda, divida as despesas com impostos pelo lucro antes dos impostos e, em seguida, multiplique por 100. Isso mostrará a taxa de impostos em forma de porcentagem.

  2. 2

    Determine a dívida da empresa cujo benefício fiscal deverá ser calculado. A dívida pode ser encontrada no balancete. Se a estimativa for simplesmente o cálculo do benefício fiscal obtido pela emissão da nova dívida, determine a quantidade da nova dívida que deve ser emitida.

  3. 3

    Determine a taxa de juros sobre a dívida e depois calcule o custo anual de juros. Se o cálculo é de uma nova dívida a ser emitida, determine a taxa de juros sobre ela.

  4. 4

    Multiplique a dívida por sua taxa de juros. Esse valor é chamado de juros de despesas e será deduzido do lucro antes dos juros e impostos (LAJI). Lembre-se de que o valor total não é o benefício fiscal, mas sim os juros de despesas multiplicado pela taxa de impostos.

  5. 5

    Multiplique os juros de despesas pela taxa de impostos corporativos. O valor resultante é o benefício fiscal da dívida adquirida pela corporação. Os juros totais de despesas menos este valor é o custo real da dívida.

Dicas & Advertências

  • Lembre-se de que a contração de uma dívida é acompanhada por uma obrigação de pagá-la no período correto.

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