Caminhões articulados da década de 1950

Escrito por rob wagner | Traduzido por guilherme maluf
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Caminhões articulados da década de 1950
Grandes caminhões articulados tiveram papel fundamental no crescimento americano na década de 1950 (Amos Morgan/Photodisc/Getty Images)

O Ato de Ajuda Federal para Autoestradas de 1956 transformou os EUA de uma miscelânea de estradas estreitas e desconectadas em uma vasta rede de interestaduais; isso durante um período de enorme crescimento econômico no pós-guerra. Os grandes caminhões articulados (cavalos mecânicos) à base de diesel contribuíram para esse crescimento ao transportar os bens pelo país com incrível rapidez. Apesar de a GMC e a Ford também produzirem, foram as fabricantes independentes da década de 1950 que fizeram o trabalho pesado: Autocar, Mack, Brockway, entre outras.

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Autocar

Louis Semple Clarke fundou a Autocar em 1897, que opera até hoje como uma divisão da Grand Vehicle Works Holdings, LLC. Nos anos 50, a reputação da Autocar vinha de suas grandes carretas com configurações de boleias para o motorista atrás do motor (como o da imagem acima) ou sobre ele (quando a cabine acaba junto com a frente do caminhão, sem o capô alongado). Seus motores eram o Cummins 220 a diesel com 12.176 cm³ e seis cilindros em linha que geravam 220 cavalos de potência. As cabines do modelo 1951 DCBS-10064 rebocavam carretas tanque e madeireiras e trailers refrigerados. Seus pneus mediam 25,5 ou 28 cm de largura com rodas aro 22. O modelo DC 75, de 1953, da Autocar tinha o motor Cummins 262 turbocharged a diesel que gerava 262 cavalos.

Mack

A Mack Trucks ainda era líder na indústria de caminhões pesados em 1950. Sua Série L possuía um dos estilos mais limpos da época e cerca de 35.000 deles enchiam as estradas entre 1940 e 1956. Durante os anos 50, a fabricante fabricou os modelos G, H e B e a Série G com cabine inteira de alumínio. A Série H foi chamada de "Apanhador de Cerejas" pelo perfil alto da cabine. Sua pequena distância entre o final da carreta e a cabine permitia que a Série H puxasse reboques de 10,7 m ainda respeitando o limite federal total de comprimento de 13,7 m. Mack introduziu a Série B em 1953 com 127.786 fabricados até 1966. Seu motor era um Thermodyne com injeção direta a diesel, embora a fabricante tenha, algum tempo depois, começado a usar os Cummins a diesel para um desempenho melhor de torque.

International-Harvester

A International-Harvester prosperava com sua produção de tratores e utensílios agrícolas, mas sua divisão de caminhões decolou nos anos 50 e, ainda hoje, ela sobrevive como Navistar International. Em 1957, se especializou em caminhões de quatro e seis rodas das Séries 190, 200 e 220 e suas versões maiores incluíam os R-230 a diesel. A linha de cabine sobre o motor era das Séries ACO-195, 200 e 220 de quatro rodas.

Brockway

Em 1875, William N. Brockway fundou, em Nova Iorque, a Brockway Carriage Works (trabalhos de transporte) e mudou para caminhões de entrega mecanizados em 1909. A empresa se tornou parceira da Chase Motor Truck Company, sediada em Siracusa, para produzir seu primeiro veículo motorizado em 1910. De 1950 a 1955, ela lançou 20 modelos novos, muito graças à Guerra na Coreia, que gerou uma nova demanda por caminhões confiáveis. O coração dos caminhões Brockway era um motor a gasolina Continental com seis cilindros em linha complementado por uma transmissão Fuller e eixos Timken, e depois, em meados de 1955, o motor passou a ser um Continental a diesel para os novos veículos. Um ano depois, a Brockway Motor Company foi comprada pela Mack, que produziu seus caminhões em massa, enquanto a divisão da Brockway só construía os seus sob demanda para manter baixas as despesas.

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