As características geológicas do período siluriano

Escrito por casandra maier | Traduzido por kelly isayama
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As características geológicas do período siluriano
Massas territoriais formaram supercontinentes durante o período Siluriano, embora a América do Norte tenha continuado mais ou menos na mesma posição (Comstock/Comstock/Getty Images)

O terceiro período da Era Paleozoica é conhecido como o período siluriano. Tendo ocorrido 440 milhões de anos atrás, ele marcou uma época na qual a Terra ainda estava em seus estágios iniciais de desenvolvimento. O período é dividido em dois segmentos, os períodos primitivos e os tardios, e acredita-se que eles seguiram uma extinção em massa durante o período Ordoviciano. Um exame da geologia do período Siluriano permite uma compreensão mais detalhada da estrutura da Terra naquela época.

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Básico

Terras secas durante o período Siluriano se pareciam muito com os desertos de hoje em dia. Depósitos salgados chamados de evaporitos se formaram devido às condições áridas próximas ao equador. Essa também foi uma época de intensa atividade vulcânica. A terra não era verde ou viçosa, já que ela não era habitada por muitos seres vivos. Dinossauros, mamíferos, anfíbios e pássaros não estavam presentes nesse tempo. Contudo, o período Siluriano marcou o início de quando a vida começou a migrar dos oceanos para o ambiente terrestre. O fechamento de bacias oceânicas permitiu a diversificação das massas de terra para permitir o surgimento de plantas terrestres, que mais tarde alteraram a atmosfera para formar a camada de ozônio.

Massas de terra

As massas de terras continentais durante o período Siluriano não se pareciam nem um pouco com o modo que elas são hoje. As placas tectônicas se alteravam e moviam os continentes, levando-os a se desenvolverem em grandes porções territoriais chamadas de supercontinentes. O supercontinente Gondwana era a maior área terrestre, localizada perto do pólo sul. Outros continentes incluiam a Laurentia, a Sibéria e a Báltica, que se uniram em torno da linha do equador. No final do período Siluriano, a Laurentia e a Báltica se colidiram para formar o novo supercontinente conhecido como Euramerica.

Oceanos

Um lado do globo foi inteiramente coberto pelos oceanos durante o período Siluriano, bem como grande parte do Pólo Norte. Mares rasos cobriam partes de outros continentes e climas cada vez mais quentes contribuíram com o derretimento de grandes placas de geleiras glaciais, o que aumentou os níveis marítimos em torno do globo. Contudo, as geleiras ainda permaneceram nas altitudes mais altas. Além disso, oceanos cobriam Nova Iorque e Nevada, sendo que Wales estava coberto por uma bacia oceânica estreita.

Montanhas

Conforme as placas tectônicas se alteraram e as bacias oceânicas se fecharam durante o período Siluriano, foi permitida a formação de novas cadeias montanhosas. Depósitos de sedimentos na Inglaterra também contribuíram com essa formação. Mais para o fim do período Siluriano, duas cadeias montanhosas em massa se formaram ao longo das margens continentais.

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