Casas tradicionais versus modernas

Escrito por jagg xaxx | Traduzido por caroline zemuner
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Casas tradicionais versus modernas
O design moderno foi uma quebra acentuada no tradicional (Modern Home 2 image by photouk88 from Fotolia.com)

A arquitetura modernista começou a mudar a ideia do que uma casa poderia ser a partir da década de 1920. Desde aquela época, as casas construídas e decoradas, concebidas de forma tradicional, continuaram a dominar, mas ao lado delas surgiram todos os tipos de espaços alternativos e experimentais. Há também casas que combinam os dois estilos, por exemplo as mais antigas e tradicionais que foram decoradas com mobiliário moderno.

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Janelas

O tamanho, a colocação e uso de janelas é radicalmente diferente em casas tradicionais e modernas. As tradicionais tendem a incorporar janelas que são geometricamente colocadas na fachada da casa e de tamanho similar. Devido ao desenvolvimento de novos vidros mais fortes, que podem ser fabricados em tamanhos muito maiores, o design moderno usa janelas bem grandes. Na realidade, algumas casas modernas têm paredes inteiras que são feitas apenas de vidro.

Materiais

Casas tradicionais, não surpreendentemente, são geralmente feitas de materiais tradicionais. Tijolo, madeira, gesso, estuque e pedra são muito comuns. O design moderno aproveita materiais novos e mais avançados tecnologicamente. As casas modernas podem ser encontradas feitas de concreto, aço reforçado ou mesmo de plástico. Vigas grandes e outros acentos de madeira são muitas vezes utilizados como um contraste com materiais como paredes de concreto bruto. Têxteis tradicionais, como cortinas, tendem a ser totalmente ausentes no design moderno.

Decoração

Muitas casas tradicionais enfatizam a decoração, tanto interior como exterior. Principalmente na era vitoriana do século 19, as casas exibiam decorações ornamentais que vão desde arcos caprichosamente recortados até molduras esculpidas, telhados complexos, muitas vezes cobertos de ardósia e papel de parede com desenhos trabalhados. O modernismo despojou-se de tudo isso na tentativa de criar uma estrutura que revelaria a sua "verdade subjacente". Os designers modernistas acreditavam que a finalidade da decoração era esconder o projeto deficiente e que uma construção honesta poderia ter sucesso com a sua estrutura subjacente exposta.

Minimalista

Na década de 1960 o modernismo atingiu seu ápice em muitas habitações que foram conscientemente concebidas como espaços minimalistas. Os móveis foram mantidos a um mínimo, e os interiores foram caracterizados por espaços grandes e vazios, paredes brancas nuas e obras de arte que enfatizavam grandes campos de cores e padrões não-representacionais. Os exteriores eram muitas vezes de telhado plano, com beirais pesados, janelas estreitas e verticais e entradas não enfatizadas.

Móveis

Os móveis modernos tendem a ecoar as prioridades estéticas da arquitetura modernista. Afastando-se do aspecto decorativo e estofado do final do século 19, os designers de móveis modernistas procuravam um olhar que fosse legal, imparcial e livre de decoração estranha. Ao passo que um aparador tradicional incorpora um espelho refletivo, uma escultura afiada e quinquilharias decorativas, uma versão modernista da mesma peça seria baixa e mais próxima ao chão, alongada e com o mínimo de quinquilharias, às vezes contando com portas e gavetas que podem ser abertas pelas bordas, de modo que não haveria nenhum puxador nelas.

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