Os cinco cânones tradicionais da retórica

Escrito por jessica mannion | Traduzido por henry alfred bugalho
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Os cinco cânones tradicionais da retórica
Aristóteles foi um filósofo grego que promoveu o uso dos cinco cânones (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

A retórica é a arte e ciência da comunicação eficiente. A palavra cânone quer dizer regra ou lei. Os cinco cânones tradicionais da retórica foram criados para guiarem a pessoa ao esboçar uma fala ou um ensaio, bem como para ajudarem a tornar a fala ou ensaio mais eficiente. Os cinco cânones tradicionais da retórica foram desenvolvidos na Grécia antiga e o estudo da retórica foi desenvolvido posteriormente, na Roma antiga.

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Cânone um: invenção

A invenção é simplesmente a decisão daquilo que você precisa dizer. Isto inclui as escolhas sobre que tipos de fatos devem ser incluídos e quais tipos de argumentos seriam mais eficientes, dependendo de seu público. Na escrita moderna, isto é chamado de estágio de brainstorm. Aristóteles notoriamente afirmou sobre este estágio: que você deve "descobrir os melhores meios disponíveis de persuasão".

Cânone dois: disposição

A disposição está relacionado à escolha da melhor organização para seu argumento. Os gregos tinham uma estrutura de disposição muito estrita, mas escritores modernos têm muito mais liberdade. A disposição envolve delinear e escolher qual ordem na qual apresentar os fatos e exemplos. Parágrafos introdutórios e conclusões são parte da disposição de um artigo moderno.

Cânone três: elocução

Na retórica clássica, a elocução se refere a dois tipos diferentes de ênfases que um escritor ou orador pode usar para fazer sua obra mais atraente: ornamentação e orquestração. Ornamentação quer dizer as imagens, como usar metáforas e símiles. Orquestração tem a ver com ritmo da linguagem. Na escrita moderna, a elocução às vezes se refere à voz do escritor.

Cânone quatro: memória

A memória é um aspecto muito importante da retórica da Grécia e Roma antiga, mas não é muito utilizada hoje. Oradores frequentemente comporiam suas falas inteiramente em suas cabeças, então eles usavam recursos mnemônicos e padrões estritos para se certificarem que lembrariam de toda a fala.

Cânone cinco: ação

Ação é o ato de apresentar a fala. Ao planejar a ação de uma fala, os gregos e romanos não deixariam nada para o acaso. Eles planejavam movimentos de braço, contato visual, postura -- tudo. Eles também planejavam o tom de suas vozes, quão rápida ou lentamente falar, o ritmo de sua fala e a altura da voz. A ideia era fazer uma conexão emocional com a plateia, mais ou menos como um ator competente pode conduzir uma plateia às lágrimas ou ao riso.

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