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Consequências não intencionais em economia

Atualizado em 21 fevereiro, 2017

Muitos aspectos da vida são contra-intuitivos. Ações que parecem completamente benéficas e positivas podem ter consequências inesperadas que superam os benefícios. O filósofo Inglês John Adams apontou a lei das consequências não intencionais originalmente no campo da economia, mas ela também se aplica a outros aspectos da vida.

Ações aparentemente benéficas podem ter resultados adversos e inesperados (marginado image by Antoni Traver from Fotolia.com)

Consequência positiva

A lei das consequências não intencionais afirma simplesmente que as ações e políticas levadas a cabo por pessoas, organizações e governo têm consequências inesperadas. As consequências não intencionais podem ser benéficas, de acordo com a Library of Economics and Liberty. Adam Smith apontou o exemplo do açougueiro que fornece aos seus clientes a carne necessária, não porque é benevolente, mas porque tem que ganhar a vida. A consequência não intencional positiva é que os clientes do açougueiro se alimentam.

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Consequência negativa

Muitos efeitos de uma determinada ação realizada pelo governo ou uma organização pode ter efeitos visuais positivos. Por exemplo, um governo pode começar um programa que crie 5.000 empregos. No entanto, as consequências não intencionais para essa ação podem surgir, de acordo com a Library of Economics and Liberty. Por exemplo, a criação destes postos de trabalho pode exigir impostos adicionais, tirando dinheiro de empresas que estavam operando de forma mais eficiente e poderiam ter criado 10 mil postos de trabalho com o dinheiro usado. O inverso pode acontecer se o governo cortar os impostos e também seus próprios postos de trabalho, para que as empresas que não estão funcionando da forma mais eficiente possível recebam incentivos fiscais.

O não conhecimento das consequências

As pessoas não prestam atenção às consequências não intencionais por muitas razões. Algumas simplesmente não sabem nada sobre elas, de acordo com a Library of Economics and Liberty. Outras fazem um cálculo incorreto, o que faz com que elas prevejam as consequências da ação econômica de forma errada. Algumas pessoas sabem sobre as consequências não intencionais, mas se importam somente o suficiente para evitar sofrer com elas. Alguns indivíduos têm valores específicos que fazem com que ações específicas tenham consequências, tal como um indivíduo que tem uma ética de trabalho e ganha uma renda enquanto consequentemente negligencia os relacionamentos.

Outras áreas

A lei das consequências não intencionais não ocorre apenas no campo da economia. Por exemplo, dizer às crianças para não falar com estranhos pode inadvertidamente fazer com que elas sejam resistentes à ajuda de adultos quando se perderem ou se machucarem, já que os adultos podem ser estranhos, de acordo com o site Econoclass. Outro exemplo são as leis de cinto de segurança, que levam a um aumento no número de mortes de pedestres e ciclistas, uma vez que os cintos dão aos motoristas uma falsa sensação de segurança, fazendo com que dirijam de forma mais imprudente.

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Referências

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