Cuidados quanto a um desequilíbrio hidroeletrolítico

Escrito por cheryl hosmer Google | Traduzido por ricardo torres iupi
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Cuidados quanto a um desequilíbrio hidroeletrolítico
Injeções intravenosas para restabelecimento do equilíbrio. (patient's arm prepped for iv drip image by nextrecord from Fotolia.com)

Líquidos e eletrólitos devem ficar em equilíbrio para manter seu corpo saudável. Fluidos intracelulares referem-se aos localizados no interior de suas células, já os extracelulares referem-se a fluidos no exterior das mesmas. Os eletrólitos são compostos que se ionizam em água e que trabalham com os fluidos para manter a homeostase. Homeostase é o equilíbrio químico entre as células e a dinâmica do corpo, sendo vital para a sua saúde. Considere que o sistema de manutenção do seu corpo atua em um caminho estreito. Seu corpo imediatamente reage contra desequilíbrios tentando compensá-los. Quando você está ficando desidratado, por exemplo, você sente sede, fazendo com que você beba água. A desidratação é uma causa primária de um desequilíbrio hidreletrolítico. Mas é apenas um sintoma da doença subjacente que causou o desequilíbrio. Seu plano de cuidados, depende da condição subjacente e da gravidade do desequilíbrio. O objetivo é regular e manter a homeostase, intervindo contra o desequilíbrio.

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Restaurando o equilíbrio

Restaure a homeostase identificando com precisão a condição subjacente do desequilíbrio e intervenha com um plano de cuidados. Avaliar a condição do paciente, a capacidade de adaptar-se a processos de intervenção e pós-intervenção. Monitorizar os sinais vitais do paciente (pulsação, respiração e pressão sanguínea) e também a "entrada" e "saída" do mesmo. Entrada é qualquer coisa ingerida por via oral e a saída é a micção e defecação. Os sinais vitais devem ser monitorados a cada 15 minutos se o paciente estiver estabilizado, ou continuamente se ele estiver apresentando problemas que causem risco de vida, tais como hemorragia ou choque. A "entrada" e a "saída" deve ser registrada pelo menos uma vez por turno, dependendo da política ou diretivo médico. Manter a higiene bucal do paciente, especialmente se o paciente não pode ter nada na boca ou se a ingestão oral é restrita. Alterações nas membranas mucosas podem ser desconfortáveis. Monitorar os fluidos intravenosos. Os IVs devem ser monitorizados para avaliar a perfusão dos fluidos para dentro do tecido.

Prevenindo complicações

A avaliação e evolução do paciente deve ser contínua, a fim de prevenir complicações e administrar seu plano de cuidados. A monitorização cuidadosa da "entrada" e "saída" é muito importante, uma vez que os rins regulam o equilíbrio de fluidos e eletrólitos em seu corpo. Os níveis de eletrólitos devem ser continuamente monitorados, pois até mesmo variações de minutos podem ser prejudiciais para os sistemas fisiológicos, havendo até risco de morte para o paciente. Esses pacientes em tratamento IV devem ser monitorados em todos os momentos para evitar complicações.

Tratamento e prognóstico

Uma vez que o tratamento já tenha começado e um prognóstico definitivo for dado, o grupo de enfermagem continua a acompanhar, analisar e avaliar, mesmo quando o paciente tenha se estabilizado. É necessária uma sucinta comunicação entre o enfermeiro e o paciente para que o mesmo entenda o seu tratamento. Um paciente pode ficar confuso e não entender que a ingestão de 480 ml ​​por duas horas é igual a dois litros de água, ou que até mesmo picolés e a quantidade de gelo consumidos contam nesse processo. A participação do paciente é indispensável para o sucesso de seu plano de cuidados, seu resultado final e uma parte integrante do processo de enfermagem.

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