Cultura hippie dos anos 60

Escrito por erin carr adams | Traduzido por ricardo guardati
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Cultura hippie dos anos 60
Tendências populares na cultura hippie (retro 70's image by jimmy kay from Fotolia.com)

Na década de 60, o movimento de contracultura hippie emergiu. Devido ao baby boom após a Segunda Guerra Mundial, havia 70 milhões de adolescentes e jovens adultos nos Estados Unidos. A juventude americana rejeitou os valores tradicionais de seus pais, formando a sua própria cultura, estética, crenças e valores. Os hippies praticavam o amor livre, defendiam o "flower power", experimentaram drogas e expandiram os limites do que era aceitável na cultura americana.

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Origens

O palavra hippie vem do inglês "hip", que significa "ciente de" ou "conhecimento". O apelido "hippie" foi cunhado pelos beatniks, no bairro de Haight-Ashbury de San Francisco. Eles deram o nome de "hippies" para a nova geração de estudantes universitários que seguiam os beatniks mais velhos e se inspiravam neles.

Estilo de vida

Muitos hippies experimentaram drogas, principalmente a maconha e o LSD, para expandir sua consciência. Este movimento foi liderado por Timothy Leary, que incentivou os jovens a "ligar, sintonizar e pular fora". Os hippies viviam em comunas e tinham relações sexuais abertas ou o "amor livre". O vegetarianismo e ambientalismo foram introduzidos na América pelos hippies. Eles praticavam o espiritismo, a religião oriental, a medicina alternativa e a astrologia, por isso a década ficou conhecida como "Era de Aquário".

Política

O movimento hippie foi em parte uma reação à Guerra do Vietnã e ao alistamento forçado de jovens. Os alistados queimavam seus cartões de alistamento ou fugiam para o Canadá. O lema antiguerra e pacifista dos hippies era "Faça amor, não faça a guerra". Protestos contra a guerra eram comuns, principalmente nos campi universitários. Os direitos das mulheres e a igualdade racial também foram questões muito importantes que os hippies apoiaram. No entanto, muitos hippies, embora politicamente conscientes, preferiram "pular fora" da sociedade em vez de se envolver ativamente em protestos e lutas políticas.

Moda

Os hippies desenvolveram uma forma distinta de se vestir. Muitos homens deixaram os cabelos compridos, desafiando as convenções tradicionais de gênero. Roupas unissex também eram populares. As tendências hippies populares eram roupas étnicas, pérolas de amor, calças boca de sino, óculos da vovó, sandálias e vestidos longos. Como uma rejeição ao consumismo, os hippies muitas vezes usavam roupas de segunda mão ou faziam suas próprias roupas.

Música

A música era uma parte importante da cultura hippie. Os festivais começaram com o "Encontro das Tribos", em San Francisco, 1967. O festival de música hippie mais famoso é o Woodstock, onde mais de 400 mil pessoas se reuniram para um concerto de três dias em 1969, em Woodstock, Nova York. A música folk, o rock ácido e psicodélico eram gêneros populares. Músicos associados à cultura hippie incluem Bob Dylan, Joan Baez, o Grateful Dead, Peter, Paul e Mary, Jefferson Airplane e os Beatles.

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