Curiosidades sobre o gato-maracajá

Escrito por john lindell | Traduzido por giovana moretti
Curiosidades sobre o gato-maracajá
O gato-maracajá sente-se em casa nos ramos das árvores (Chat margay ocelot du Panama image by Davy HILLER from Fotolia.com)

O gato-maracajá (Leopardus wiedi), também chamado de gato-peludo ou maracajá-peludo, é um felino que o Guia de Campo da Sociedade Nacional de Audubon sobre Mamíferos afirma ter registrado a vista de um animal confirmada nos Estados Unidos. O gato-maracajá, como parente próximo da jaguatirica (ou ocelote), sente-se em casa nas árvores e passa a maior parte do tempo sobre elas. Essa característica dificulta o estudo da espécie, um felino que sofreu desde o excesso de caça por causa da pele até a perda de habitat e a captura feita por pessoas que desejavam tê-lo como animal de estimação.

Identificação

O gato-maracajá pode medir até 1,3 metros de comprimento, mas a cauda do animal tipicamente comporta até 70% deste tamanho. A cauda também é espessa e ajuda o animal a manter o equilíbrio sobre as árvores. O felino mede de 35 a 50 cm sobre as quatro patas, e pesa de 4 a 9 kg. A pelagem é macia e as cores variam de marrom bronzeado a um sombreamento marrom amarelado, com manchas escuras e uma variedade de listras. O gato-maracajá tem pelos brancos no peito, garganta, barriga e nas porções internas das pernas.

Geografia

O alcance territorial original do gato-maracajá incluía o Texas, onde o felino não existe mais. O avistamento solitário de um gato-maracajá em solo americano ocorreu no Texas, em 1850. Hoje, o animal vive desde seções do norte do México passando pela América Central e a América do Sul, até o sul da região norte do Peru e do nordeste da Argentina. O gato-maracajá tem um alcance territorial muito semelhante ao de outras espécies de felinos pequenos, como a jaguatirica, o jaguarundi e o gato-do-mato, observa o website Cat Survival Trust.

Habitat

O gato-maracajá exige uma abundância de árvores. Os ecossistemas que atendem às necessidades do felino incluem florestas tropicais, florestas de áreas montanhosas, savanas pantanosas e florestas caducifólias. Às vezes ele vai residir em plantações de cacau e café, onde as árvores são bem altas e em quantidade suficiente para fornecer o habitat.

Dieta

O gato-maracajá empresa sua excelente visão noturna, auxiliada pelos olhos grandes, para caçar uma variedade de espécies de presas. Os tipos menores de roedores que vivem em árvores estão no cardápio, bem como criaturas maiores como esquilos, gambás, macacos, bichos-preguiça e até porcos-espinhos. O felino também pode comer insetos e aves. Alguns gatos-maracajás também vão se alimentar de frutos que encontrarem nas árvores ou abaixo delas.

Gato arbóreo

Ao descer por um tronco de árvore, o gato-maracajá pode fazê-lo com a cabeça para baixo primeiro, mas sem a necessidade de correr para baixo rapidamente, como a maioria dos felinos faz. As longas garras, os pés largos e os dedos ágeis, mais o fato de que um gato-maracajá tem a capacidade de girar os pés em 180 graus para fora, torna isso possível. O gato-maracajá também é ágil o suficiente para agarrar um galho ou ramo com suas longas garras para evitar uma queda grave quando comete algum erro enquanto está nas copas das árvores. Alguns deles encontram presas, comem, dormem e até mesmo dão à luz seus filhotes sobre as árvores, apenas descendo novamente ao chão para ir a outra árvore.

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