Customes e cerimônias dos índios Sioux

Escrito por dan boone | Traduzido por pedro santos
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Customes e cerimônias dos índios Sioux
Uma dança de guerra Siouix conforme praticada pelas tribos antes da batalha (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

A palavra Sioux se refere a sete tribos indígenas divididas em três estruturas conhecidas como Teton, Yankton e Santee. A organização social Sioux data de cerca de 1700 depois que os Sioux se estabeleceram no Mississippi e Minnesota. Os Sioux marcavam épocas da vida e eventos com costumes e rituais usando poções, tintas e símbolos.

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Casamento

Um homem Sioux às vezes conseguia uma poção do amor de um curandeiro para fazer com que sua amada se apaixonasse por ele. Ele muitas vezes fazia serenatas para a moça que queria, tocando canções na flauta. Se uma garota estivesse interessada em um homem especial, ela podia ficar atrás de seu tepee (tenda) enrolada em um cobertor, esperar por ele e abrir o cobertor para ele para se casar. Na manhã de um casamento de índios Sioux, a vila se preparava para um grande banquete no qual as mulheres Sioux faziam uma dança. Elas celebravam até que a noiva e o noivo entrassem com quatro guerreiros, que seguravam as pontas do cobertor no ar. O casal ficava atrás dele e uma procissão se seguia. Um mestre de cerimônias, adornado com tintas coloridas e penas, usava um bastão para unir o casal em matrimônio.

Morte e Luto

Os índios Sioux consideravam sua própria morte como uma continuação da vida natural e a encaravam pacificamente. Parentes e membros da tribo colocavam a cama da pessoa moribunda do lado de fora nas horas finais, para que o espírito do falecido ascendesse aos Céus. Apesar das crenças na vida após a morte, os sobreviventes pranteavam seus mortos. Eles lamentavam até não poder mais falar. Era um costume das mulheres Sioux soltar e cortar seus cabelos e remover os enfeites de suas roupas. Os homens passavam maquiagem negra em seus rostos. Os parentes próximos do falecido se cortavam, pintando seus corpos com sangue. Eles muitas vezes davam pertences pessoais como sinal de sacrifício pelo morto.

A cerimônia da Dança do Sol

A Cerimônia da Dança do Sol era um costume antigo adotado pela maioria dos índios das pradarias, incluindo os Sioux. Ela acontecia no verão e durava de quatro a oito dias, simbolizando um modo de conquistar poder espiritual e purificação. Essa cerimônia foi banida pelo governo americano em 1904, por causa da tradição de perfurar o peito de homens jovens, mas hoje em dia é legal devido ao Ato de Liberdade Religiosa dos Índios Americanos, de 1978. Esse ato concedeu aos índios o direito de praticarem cerimônias religiosas tradicionais como a Dança do Sol. Na cerimônia da Dança do Sol Sioux, as mulheres não eram perfuradas, porque os Sioux acreditavam que as mulheres já aguentam dores suficientes durante o parto. Outros componentes da Dança do Sol incluíam saunas cerimônias em cabanas, jejum, tocar tambores e a adoração da árvore conhecida como choupo-do-Canadá.

Costumes de parto

As cerimônias para trazer ao mundo um bebê Sioux começavam antes dos trabalhos de parto. Um curandeiro cantava. O canto podia durar uma noite inteira sem que dormissem. As parteiras ofereciam ervas para purificar a mãe depois que ela desse à luz. Eles esfregavam os seios e abdomens com elas e as limpavam com água. A mesma cerimônia de purificação da mãe era realizada na criança quando nascia.

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