Definição da doença na substância branca periventricular

Escrito por j.d. chi | Traduzido por felipe vargas
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Doença da substância branca periventricular não é realmente uma doença. Este equívoco existe porque profissionais da saúde costumam se referir a ela como tal, mas a substância branca periventricular é algo normal no cérebro e alterações nesta massa branca são comuns com a idade. Lesões, que são identificadas através de imagens, podem conduzir a uma "desconexão" entre certas regiões do cérebro, criando confusão, falta de equilíbrio ou demência.

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Causas

A Deficiência na Substância Branca Periventricular (SBP) possui várias causas, incluindo envelhecimento, mini AVCs (acidente vascular cerebral) ou condições relacionadas com a esclerose múltipla. Estudos têm mostrado que mais de um terço dos exames de ressonância magnética feitos em pessoas com mais de 65 anos de idade mostra algumas SBPs. A condição também tem sido associada a uma deficiência de vitamina B6. SBP pode ser causada por pequenos acidentes vasculares cerebrais ou enxaquecas. Os investigadores acreditam que as pequenas hemorragias no cérebro são, por vezes, a causa das lesões.

Sintomas

Entre os sintomas de SBP está a redução na velocidade e a dificuldade em caminhar com equilíbrio. Caminhar mais devagar é um sintoma, não necessariamente um indicativo de lesão, sendo que as pessoas tendem a andar mais devagar e com cuidado à medida em que envelhecem. Outro sintoma pode ser confusão ou redução da capacidade mental. Dependendo da localização da lesão, a capacidade de pensar com clareza ou de executar uma determinada tarefa pode ser prejudicada.

Prevenção

Tomar pequenas doses de suplementos B6 e reduzir o estresse são recomendados. Reduzir a hipertensão e parar de fumar também são medidas preventivas importantes. Além disso, 20% das pessoas que sofrem de enxaquecas têm 20% de probabilidade de desenvolver lesões (em comparação com 1,4% da população no geral). Administrar enxaquecas utilizando beta-bloqueadores em combinação com outros medicamentos é uma das chaves para a redução do risco do desenvolvimento de lesões.

Tratamento

Quando as lesões aparecerem, os efeitos serão permanentes. O tratamento poderá ajudar a adaptar-se aos novos sintomas (ou seja, desequilíbrio) ou retardar o processo, que ainda não poderá ser revertido. A fisioterapia é um componente-chave da gestão de SBP. Há poucas evidências para mostrar que um regime de drogas ajudará a diminuir os efeitos do problema. No entanto, a pesquisa sugere que antidepressivos e medicamentos antiparkinsonianos podem ser úteis, em alguns casos. Além disso, se o paciente já estiver tomando medicação que afeta o cérebro ou a capacidade de pensar, ajustar a dose ou a mudar para um medicamento similar poderá ajudar a aliviar os sintomas.

Conclusão

SBP pode ser prevenida, mas deve-se estimular a prevenção, a chave para viver com ela é encontrar uma maneira de administrá-la. Embora não haja nenhuma indicação de lesão, outras aparecerão, e as lesões individuais podem se tornar maiores ao longo do tempo, causando prejuízos adicionais. Localizar uma lesão é também importante no que diz respeito em quais habilidades motoras são afetados. A fisioterapia desenvolverá e estimulará tais habilidades.

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