A definição da teoria de administração de Henri Fayol

Escrito por walter johnson | Traduzido por gustavo curiel
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A definição da teoria de administração de Henri Fayol
Teoria da adminstração (Comstock Images/Comstock/Getty Images)

O cenário histórico da teoria de gestão e administração de Henri Fayol (1841 a 1925) ajuda o estudante a compreender as específicas, e muitas vezes ásperas, bases que ele tomou sobre as questões da centralização. Um francês se especializando em mineração e nascido às beiras da Revolução Industrial Francesa, o histórico de Fayol era importante para o desenvolvimento de sua teoria sistemática da administração da firma e o seu foco em disciplina pessoal.

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A França de 1860 a 1914

Fayol desenvolveu suas teorias de administração nos anos recentes das industrialização francesa. A França, embora um país de grande extensão territorial, em meados do século dezenove era relativamente subdesenvolvida comparada à Britânia (Grã Bretanha) ou Prússia (atual Alemanha). Na época da unificação alemã, em 1871, a França não estava apenas atrasada, mas mais insegura do que nunca, enquanto a indústria e o mercado alemães e britânicos ultrapassavam-na, rapidamente. Neste contexto, o cenário é essencial ao entendimento de que Fayol desenvolveu como meios para a centralização econômica e política da firma francesas.

Economia francesa na virada do século

A França, muito rapidamente, começou a acompanhar o rápido crescimento alemão, após 1971. Estes foram os anos mais produtivos do autor, como um empresário da indústria mineira. Nesses anos, a indústria daquele país, especialmente em químicos e eletricidade, decolaram em um ritmo rápido. Como sempre, rápidos desenvolvimentos deixam a população confusa, e a comunidade empresarial da época não era uma exceção. Portanto, como peritos em Fayol, tal como Norman Cuthbert, escreveram, a França estava desesperadamente necessitando de uma nova teoria da administração para dar nexo e senso às suas rápidas e desestabilizantes mudanças econômicas antes de 1900.

França, Europa e Fayol

A configuração da teoria de administração de Fayol, portanto, tinha dois componentes específicos. O primeiro era uma rápida industrialização, radicalmente desestabilizadora, que moveu a França de uma economia de base agrícola para uma economia mecanizada. O segundo componente eram as ramificações políticas de uma nova poderosa, rápida e inovativa Alemanha, após a sua unificação, em 1871. Como resultado, a França viu uma rápida mudança social juntamente de uma confiante e expansiva concorrência com a antiga Prússia.

A configuração da teoria de Fayol

A configuração da teoria de Fayol é essencial para compreender o que ele desenvolveu. A estrutura básica de sua teoria de gestão de administração centrou-se em torno de um comando unitário e centralização de todo o poder, autoridade e tomada de decisão. Ele próprio fechou minas que não eram lucrativas e deixou muitos desempregados pelo bem de um desenvolvimento mais eficiente. A centralização do comando faz sentido no ambiente de crise do "fin de siècle", na França. As nuvens da guerra estavam se avizinhando nos períodos de maior produtividade intelectual da vida de Fayol - uma situação que não poderia falhar para impressionar o empresário-que-virou-escritor. Se o problema básico na vida da França era a concorrência alemã e a inferioridade industrial, então uma organização mais apertada e mais eficiente era necessária. Eis os fundamentos da teoria de Fayol de gestão centralizadora que se baseia em ordem e disciplina. A Alemanha era conhecida por seu comprometimento à eficiência e disciplina, e é razoável imaginar que o autor tenha seguido as mesmas características, enquanto a França lutava para se recuperar.

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