Desvantagens de uma abordagem bottom-up na criação de orçamentos

Escrito por dennis hartman | Traduzido por ingrid marçal
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Desvantagens de uma abordagem bottom-up na criação de orçamentos
Como criar orçamentos (Visage/Stockbyte/Getty Images)

As grandes organizações dependem de vários orçamentos para controlar os custos de cada departamento, equipe ou divisão. A gestão de orçamentos de uma organização pode assumir várias formas. Uma abordagem é o método bottom-up, ou seja, de baixo para cima, que permite que as equipes de trabalho e gerentes criem os seus próprios orçamentos e os submeta às autoridades superiores dentro da organização para aprovação.

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Tempo necessário

Uma das desvantagens da abordagem de orçamento bottom-up é a quantidade de tempo que ela consome. Cada gerentes deve primeiro criar os seus próprios orçamentos, fazendo referência a orçamentos anteriores e padrões de gastos, incorporando as projeções de custos para o próximo ano fiscal. Os gerentes e executivos de nível superior devem, então, rever todos os orçamentos submetidos pelos gestores, combinando-os para definir um total. A próxima etapa envolve a aprovação ou feedback sobre o que deve ser alterado, o que significa que todo o processo pode repetir-se várias vezes antes de um orçamento ser aprovado.

Estimativa errônea de valores do orçamento

Os gestores que criam orçamentos em um sistema bottom-up sabem que seus orçamentos requerem fundos limitados que outros departamentos também desejam usar. Isso pode fazer com que os gestores superestimem custos ou coloquem uma margem de folga nos números do orçamento. Embora isso possa ter o objetivo positivo de garantir que o departamento tenha dinheiro suficiente disponível para atender seus objetivos, também pode significar valores orçamentais irreais e gastos excessivos quando muitos gestores fizerem isso ao mesmo tempo.

Falta de experiência

Em uma abordagem de orçamento top-down, ou seja, de cima para baixo, é mais provável que o líder encarregado dos orçamentos tenha experiência na área de orçamento e um certo grau de conforto ao trabalhar com a alocação de recursos financeiros. No entanto, uma abordagem bottom-up conta com gestores, que podem ocupar posições baseadas em suas habilidades em outras áreas, para executar as mesmas tarefas administrativas que aqueles com maiores habilidades. Os gerentes que são excelentes motivadores para suas equipes e hábil em uma determinada área de negócio pode não ser capaz de encontrar formas de economizar nos custos e estimar despesas tão bem quanto alguma outra pessoa em posição mais elevada dentro da organização.

Falta de contexto

Orçamentos feitos usando uma abordagem bottom-up exigem que os gestores os criem sem o benefício do contexto dentro da organização. Os gerentes podem ter algum conhecimento das atividades realizadas em outros departamentos, mas falta visão sobre os objetivos estratégicos globais e financeiros da organização como um todo. Em vez disso, eles produzem os orçamentos de maneira isolada ou com a orientação limitada de seus superiores, trabalhando para suprir as necessidades departamentais, mas potencialmente deixando de lado o que é melhor para a empresa no geral. Alternativamente, quando os principais executivos preparam orçamentos em uma abordagem top-down, cada orçamento se encaixa em um plano maior, que é responsável por todas as necessidades e recursos da organização.

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