Diagnóstico da hipertrofia cardíaca atrial esquerda

Escrito por jeannette hartman | Traduzido por tiago tostes
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Diagnóstico da hipertrofia cardíaca atrial esquerda
Hipertrofia atrial esquerda é um sinal sério (Image by Flickr.com, courtesy of Thomas)

Uma hipertrofia atrial esquerda significa que a câmara superior esquerda do coração está trabalhando mais intensamente do que deveria, tornando-a maior. Essa hipertrofia pode ser devido à hipertensão, valva cardíaca defeituosa, envelhecimento ou obesidade. Nesse processo, o átrio engrossa para bombear mais forte, mas, sem tratamento, pode causar sérias complicações.

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Causas

Qualquer fator que contribua para aumentar a pressão sanguínea sobrecarrega o coração e pode aumentar o átrio esquerdo. Pode-se citar o envelhecimento, hipertensão, obesidade e doenças como cardiomiopatia ou um engrossamento da aorta, a grande artéria que sai do coração. Uma causa comum da hipertrofia atrial esquerda é uma valva mitral defeituosa. Se a valva não se fecha completamente, o átrio esquerdo não bombeia sangue completamente para o ventrículo esquerdo. O sangue volta, causando mais pressão e alargando o átrio. A valva mitral pode ser danificada devido à febre reumática, defeito congênito, depósito de cálcio, tumores, radioterapia no tórax ou alguns remédios. As cardiomiopatias hipertróficas são um grupo de doenças em que as câmaras inferiores do coração desenvolvem paredes grossas. Como as paredes musculares tornam-se rígidas, a valva mitral não consegue fechar apropriadamente.

Sintomas

Uma pessoa com hipertrofia do átrio esquerdo cansa facilmente quando pratica atividade física, tem fôlego reduzido, palpitações cardíacas e pés ou tornozelos inchados. Outros sinais incluem ataques de bronquite ou tosse pesada, algumas vezes com sangue no escarro.

Complicações

Sem tratamento, um átrio esquerdo hipertrofiado pode levar à insuficiência cardíaca, aumento de sangue e fluidos nos pulmões e fibrilação atrial, uma condição em que as câmaras superiores do coração batem de forma rápida e descontrolada. Isso faz com que os átrios bombeiem menos sangue, podendo acumular e coagular nos átrios. Há um risco do coágulo partir, fluir pelos vasos sanguíneos e bloquear artérias do cérebro, causando um acidente vascular encefálico.

Opções de diagnóstico

Raios-X de tórax e eletrocardiografia são usados para indicar se a hipertrofia atrial é devido a desordens ou estreitamento da valva mitral ou de um aumento da pressão dentro do coração.

Tratamento

O tratamento usado depende da causa da hipertrofia. A valva mitral pode ser tratada ou substituída. Drogas beta-bloqueadoras e bloqueadores de canais de cálcio, como o verapamil, fazem com que o músculo cardíaco contraia mais suavemente, o que permite que os átrios preencham-se de sangue completamente, facilitando o fluxo entre as câmaras. Um desfibrilador-cardioversor pode ser implantado no corpo para controlar a fibrilação atrial. Em muitos casos, pode-se fazer uma cirurgia ou ablação alcoólica para afinar as paredes do coração e melhorar o fluxo de sangue.

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