Dieta para hérnia de hiato e esôfago de Barrett

Escrito por bonnie singleton | Traduzido por angela spada
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Dieta para hérnia de hiato e esôfago de Barrett
Experimente como substitutos do café os chás de ervas, como o chá vermelho ou o de camomila, que não contêm corantes, aditivos ou conservantes (Ryan McVay/Photodisc/Getty Images)

Na hérnia de hiato, forma-se um intervalo na abertura para o diafragma, onde o tubo alimentar (esôfago) se une ao estômago, permitindo que parte dele seja empurrada. A maioria das hérnias não causa problemas, mas as maiores podem provocar acidez e dor intensas. Ocasionalmente, uma hérnia de hiato pode levar ao Esôfago de Barrett -- em que células semelhantes às do estômago se desenvolvem na porção inferior do esôfago -- o que pode se transformar em câncer. Para tratar os sintomas e prevenir as complicações, será necessário alterar a dieta.

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Considerações

Além das alterações na dieta, passe a alimentar-se em cinco a seis pequenas refeições distribuídas ao longo do dia e evite consumir grandes quantidades de comida em qualquer horário, pois isso pode distender o seu estômago, empurrando-o contra o peito. Além disso, sente-se depois de comer, espere pelo menos três horas antes de deitar-se e evite participar de atividades extenuantes após uma refeição. Ainda que algumas pessoas possam encontrar alívio com uma dieta mais limitada, esta não é necessária para a maioria dos pacientes. Uma ideia melhor é manter um diário alimentar para determinar quais são as comidas que desencadeiam os sintomas e simplesmente evitá-las.

Alimentos a serem observados

Em geral, os pacientes com hérnia de hiato e Esôfago de Barrett devem evitar ou eliminar o consumo de refrigerantes, cafeína e bebidas alcoólicas. Até o café descafeinado pode ser irritante para um esôfago inflamado. Também deve-se evitar alimentos condimentados e com alto teor de ácido, tais como frutas cítricas, tomates e produtos de tomate, chocolate, cebolas, hortelã e hortelã-pimenta. As comidas gordurosas podem ser problemáticas para muitos pacientes, pois relaxam o esfíncter esofágico inferior e aumentam o tempo de refluxo ácido para o esôfago. Isso inclui frituras, produtos lácteos integrais, pastelaria com alto teor de gordura e açúcar refinado, como rosquinhas e biscoitos de chocolate com nozes. Você também pode descobrir que os sintomas melhoram se evitar alimentos em temperaturas extremas, sejam quentes ou frios, portanto deixe as bebidas quentes esfriarem e evite produtos congelados.

Alimentos que curam

Beba água depois de comer, para lavar as partículas de alimentos dos tecidos esofágicos, mas evite ingerir bebidas durante as refeições, pois isto pode interferir na digestão. Experimente tomar, como substitutos do café, chás de ervas como o chá vermelho ou o de camomila, que não contêm corantes, aditivos ou conservantes. Banana e maçã são consideradas frutas seguras e redutoras de ácido pela maioria dos pacientes, assim como os abacates. Outras boas opções são abacaxi e mamão, que neutralizam o ácido estomacal, além de pêssegos e uvas, assim como a maioria dos sucos de frutas. Alimentos ricos em fibras também são bastante úteis, incluindo todos os vegetais, com exceção de tomates e cebolas, e amidos como inhames, batatas, arroz e grãos com alto teor de fibras. Um café da manhã particularmente útil é a aveia, que pode reduzir significativamente os sintomas de azia (mas certifique-se de que não contenha muitos aditivos). Em geral, tente manter uma dieta composta de 50% de frutas e vegetais e os 50% restantes de proteína com baixo teor de gordura, carboidratos de grãos integrais e gorduras boas, como o óleo de oliva.

Suplementos de ervas

A aloe vera pode curar o revestimento de todo o trato digestório. Beba 1/4 de xícara de suco dessa planta pela manhã e novamente à noite, adicionado ao chá de ervas, se desejar. Ervas mucilaginosas, como o olmo e o confrei, podem ser comercializadas na forma de chá ou adicionadas a outro chá para ajudar a absorver as secreções digestivas e impedir que elas voltem para o esôfago e o irritem.

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