Diferenças entre os medicamentos Cymbalta e Pristiq

Escrito por karla casco | Traduzido por noeli p. rubio
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Diferenças entre os medicamentos Cymbalta e Pristiq
Cymbalta e Pristiq são inibidores da reabsorção de norepinefrina e serotonina (Jupiterimages/Comstock/Getty Images)

Cymbalta e Pristiq são medicamentos prescritos, classificados como inibidores da reabsorção captação de norepinefrina e serotonina. Cymbalta é o nome comercial da duloxetina e Pristiq é o nome comercial da desvenlafaxina. O Cymbalta inibe uma terceira substância chamada dopamina, conduzindo sua normalização. Embora estes medicamentos sejam similares, diferem em sua utilização e efeitos sobre o paciente.

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Indicações

Esses medicamentos são indicados para o tratamento do transtorno depressivo maior. O Cymbalta também é indicado para o tratamento de transtornos de ansiedade generalizada, para lidar com a fibromialgia e tratar a dor e formigamento causado pela neuropatia diabética, que é a lesão do nervo que pode suceder em uma diabetes descontrolada.

Doses e administração

O Pristiq está disponível em tabletes de liberação prolongada a doses de 50 e 100 miligramas. A dose habitual é de 50 mg e pode ser aumentada segundo a necessidade para até 400 mg/dia. O comprimido deve ser ingerido inteiro e pode ser acompanhado com ou sem comida. Já o Cymbalta é de liberação retardada com recobrimento entérico, disponível em cápsulas de 20 mg, 30 mg e 60 miligramas. A cápsula deve ser engolida inteira com um copo cheio de água. As doses habituais para o transtorno depressivo maior é de 40 a 60 mg, como uma dose diária única ou dividida em duas doses. Para os pacientes com transtorno de ansiedade generalizada, são administrados 30 a 60 mg por dia. As doses habituais em pacientes com neuropatia diabética são de 60 mg uma vez ao dia. Os pacientes com fibromialgia precisam tomar 30 mg ao dia durante a primeira semana de tratamento, aumentando para 60 mg por dia no restante.

Diferenças entre os medicamentos Cymbalta e Pristiq
Pristiq está disponível em tabletes de liberação prolongada a doses de 50 e 100 mg. (Creatas Images/Creatas/Getty Images)

Depuração plasmática de creatinina

Os ajustes das doses são determinados pela depuração plasmática de creatinina do paciente, que avalia quão bem ele elimina os resíduos do corpo.

O Pristiq não requer ajustes de dose se a liberação de creatinina for superior a 50 milímetros por minuto. Se a liberação está entre 30 e 50 ml/min, a dose máxima por dia é de 50 miligramas. A dose máxima é de 50 mg a cada dois dias quando a liberação de creatinina é inferior a 30 milímetros por minuto. Os paciente com hemodiálises devem receber não mais de 50 mg a cada dois dias.

No caso do Cymbalta, não é recomendado seu uso em pacientes com liberação de creatina inferior a 30 ml/min ou com insuficiência renal em sua etapa terminal. Em pacientes com insuficiência renal leve e moderada, podem ser necessárias doses iniciais mais baixas que devem ir aumentando, de acordo com a resposta do paciente.

Função hepática

Em pacientes com insuficiência hepática, é necessário um ajuste nas doses do Pristiq. A dose inicial é de 50 mg por dia com uma dose máxima de 100 mg por dia. O Cymbalta, por outro lado, não é recomendado em pacientes com insuficiência hepática.

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