Diferentes técnicas de combate dos soldados do Império Romano

Escrito por kristyn hammond Google | Traduzido por marina pastore
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Diferentes técnicas de combate dos soldados do Império Romano
O Império Romano aperfeiçoou suas estratégias militares ao decorrer de séculos de dominação. (Comstock/Comstock/Getty Images)

O Império Romano dominou a maior parte do mundo e entrou sem medo em guerras com inimigos de todas as nações. Esta dominância restou de 290 AC até 235 DC e incluiu a maior parte da Europa, Grécia e áreas da África, conforme o "Worldology". Tamanho sucesso dependia do incrível tamanho das forças militares, da disciplina ensinada a cada soldado e das potentes táticas de guerra que o exército levava ao campo de batalha.

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A tartaruga

A técnica da tartaruga foi desenvolvida em respostas às táticas de arquearia e de dardos. A tartaruga é criada quando cada legionário romano levanta o escudo sobre a cabeça em uma formação encravada, com o legionário mais à frente segurando o escudo à sua frente, diz o website Roman Empire. A técnica era primariamente defensiva e permitia que o exército romano avançasse até as linhas vanguardeiras inimigas sem medo de ataques à distância. Táticas de arquearia paravam de funcionar quando a legião romana estava ao alcance das fileiras inimigas, já que os arqueiros não podiam mais atirar com medo de acertar seus próprios companheiros.

Cunha

A formação da cunha era uma tática agressiva usada para separar as linhas inimigas e forçá-las a assumir um posicionamento ruim. Legionários entrariam em uma formação de seta longa, com um único soldado à frente na posição central. Usando seus escudos para empurrar soldados inimigos, forçavam uma separação de dentro das forças adversárias. Uma vez separados, era possível forçar um grupo menor - e agora separado - em direção a uma posição comprometida em que seriam forçados a combater os legionários romanos em combate corporal, uma posição que favorecia as forças de ataque, diz o website Roman Empire.

Formação de escaramuça

Formações de escaramuça eram amplamente utilizadas para diversos propósitos dentro dos exércitos romanos. Eram criadas quando uma longa linha de legionários romanos fazia com que soldados avançassem, um sim, um não, alguns passos à frente. O resultado eram duas linhas separadas, razoavelmente soltas e com espaço suficiente para manobrar enquanto progrediam. Era efetivo ao mover soldados sobre terreno instável ou ao despachar soldados inimigos feridos por um campo de batalha depois de uma batalha longa.

O orbe

O orbe era a última alternativa, uma formação ultimamente defensiva usada por legionários romanos em apuros. Legionários juntavam-se a esta formação quando eram separados das linhas principais romanas e se encontravam cercados por um inimigo, ou quando eram ordenados a guardar uma posição e esperar pela chegada do restante da legião. Era uma formação circular composta por linhas de legionários mirando o exterior com seus escudos em posição de defesa. O inimigo tinha que lutar contra o orbe uma camada por vez, enquanto os legionários internos podiam continuar lutando.

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