Displasia Multicística

Escrito por marisa swanson | Traduzido por lucas olivera
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Displasia Multicística
Através do ultrassom, a maioria dos casos de displasia Multicística são descobertos antes do nascimento da criança (the newborn image by Sergey Galushko from Fotolia.com)

A displasia multicística afeta os rins. O copo humano possui dois rins, cuja função é remover restos de produtos da corrente sanguínea através da criação de urina. A doença é congênita e tem a ver com a má formação de um ou de ambos rins. A coisa mais importante a se saber é que essa condição não é fatal se apenas afeta um dos órgãos, que é o que acontece na maioria dos casos

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Estatísticas e dados básicos

Essa doença é causada por má formação congênita de um ou de ambos rins. Normalmente, ocorre em apenas um rim, que é afetado por múltiplos cistos de diversos tamanhos fazendo com que o rim funcione mal ou não funcione de forma alguma. Costuma acontecer tipicamente no rim esquerdo. Através do ultrassom, essa doença pode ser detectada antes do nascimento. Aproximadamente 1 em 43.000 nascimentos vivos tem essa doença. Um rim funcional é suficiente para produzir o fluido amniótico, necessário para o desenvolvimento do feto e filtragem de sangue. Não costuma ser uma doença preocupante. É mais comum em bebês Caucasianos e os números são semelhantes entre meninos e meninas.

Diagnóstico

Além de descobrir a doença antes do nascimento através do ultrassom pré-natal, há métodos pós-nascimento que os médicos usam para identificar o problema. É importante examinar sua criança com um urologista pediatra porque há outras doenças de rim que podem necessitar de cirurgia para corrigir. A uretrocistografia miccional é um método invasivo e envolve a colocação de um cateter dentro da uretra para encher a bexiga com um contrate, para melhor visualização, enquanto os médicos tiram raios-X. O polígono intravenoso também é invasivo e envolve tingir o caminho percorrido pela urina e tirar fotos de raios-X para ver o quão bem os rins drenam urina. Um ultrassom também pode ser usado para detectar a doença pós nascimento.

Tratamento

Não há um consenso uniforme no qual seria o melhor tratamento. No passado, a remoção do rim danificado era o procedimento mais comum. Hoje em dia, alguns médicos preferem observar o rim do que removê-lo, pois em muitos casos o rim danificado reduz de tamanho para ser quase imperceptível. Estudos estão sendo feitos na incidência de hipertensão e na formação de corpos estranhos malignos formado nos cistos, pois isso acontece raramente. Resultados mostram que o perigo da doença é baixo. Se determinado que o rim deve ser removido, isso pode ser feito por uma pequena incisão ou uma cirurgia laparoscópica. Essa cirurgia envolve fazer quatro pequenas punções em que o rim é removido por uma dessas punções. Alguns pais preferem remover o rim de seus filho para reduzir completamente o risco de manter-se o rim.

Após a cirurgia

Se for feita a escolha de se fazer a cirurgia, sua criança normalmente não ficará no hospital por mais de uma noite para observação, e logo após será mandada para casa e se recuperar completamente. Seu médico vai lhe dar detalhes explícitos no cuidado requerido e as restrições normais nas atividades da criança enquanto se recupera.

Prognóstico de longo prazo

Se seu bebê não possui nenhuma outra má formação, será esperado dele uma vida normal. O seu rim funcional pode ser maior do que o normal e ele terá que visitar regularmente um médico para se assegurar que o rim ainda funciona. O médico pode recomendar um limite de sal e proteínas na sua dieta. Esportes de contato não devem ser praticados com a finalidade de proteger seu rim bom de danos. O peso corporal deve ser mantido num nível ideal para a altura e o sexo.

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