Doença espondilótica

Escrito por j.d. wollf | Traduzido por ikaro mendes
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Doença espondilótica, também conhecida como espondilose cervical, é um termo sofisticado usado para uma condição de entendimento fácil. Ao longo do tempo, os ossos do pescoço para baixo desgastam-se, fazendo com que surjam os sintomas associados a espondilose cervical. A maioria dos casos pode ser tratada com métodos simples, embora alguns casos avançados necessitem de cirurgia para reconstrução da espinha cervical.

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Definição

Espondilose cervical é um termo geral usado para a degeneração das vértebras do pescoço (que são conhecidas como vértebras cervicais). Esse desgaste pode afetar as vértebras, causando osteófitos, e também afeta os discos cervicais que funcionam como almofadas entre cada vértebra. Estas alterações na estrutura do pescoço pode comprimir os nervos, causando dor e perda de sensibilidade no pescoço, ombros e braços, e nos casos mais graves, podem causar complicações perigosas.

Causas

A maioria das causas dessa condição é o envelhecimento ― ao longo do tempo, os ossos se desgastam naturalmente. A espondilose cervical afetar, mais provavelmente, pessoas com mais de 40 anos, embora os homens tendam a desenvolver espondilose cervical mais cedo do que as mulheres. Se você viver o suficiente, provavelmente vai experimentar algum grau de espondilose cervical ― 70% das mulheres e 85% têm sinais de espondilose cervical até a idade de 60 anos ― embora nem todo mundo sofra sintomas dolorosos desta degeneração. Uma lesão na nuca pode torná-lo mais propenso a desenvolver espondilose cervical.

Sintomas

Pessoas com espondilose cervical podem sentir dores de cabeça (geralmente na parte de trás da cabeça), braço e ombro, formigamento ou dormência e rigidez da nuca. Elas também podem ter falta de equilíbrio e, em alguns casos, a perda de controle do intestino ou bexiga. Os reflexos e a coordenação também podem ser afetados.

Tratamento

Alguns casos dessa doença respondem bem ao tratamento simples, como o uso de analgésicos sem prescrição, colar cervical, e exercícios de fisioterapia para fortalecer os músculos do pescoço. Os casos mais avançados podem exigir períodos de repouso e de tração para reduzir a pressão sobre a coluna vertebral. As injeções de esteroides também podem ajudar a aliviar a dor, junto com relaxantes musculares.

Cirurgia

Se a dor não melhorar com os tratamentos usados ou se essa condição tornar-se avançada e começar a causar enfraquecimento significativo nos braços e nas pernas, a cirurgia pode ser necessária. Durante a cirurgia, hérnia de disco e esporões ósseos são removidos. Por vezes, as vértebras são removidas e o pescoço reconstruído com osso retirado de outras partes do corpo, ou por um implante de osso e metal. O cirurgião também pode remover osso sobre a estrutura espinhal.

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