Economia francesa no século XVII

Escrito por kris ramsay | Traduzido por ana luisa takahashi
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Economia francesa no século XVII
Louis XIV foi rei da França desde 1643 até 1715 (Hemera Technologies/AbleStock.com/Getty Images)

Durante o século XVII, a França era o país mais poderoso da Europa. A Guerra dos Trinta Anos havia diminuído a influência espanhola e dado à França o controle sobre mais territórios europeus. Junte esse fato com o de que Louis XIV foi um dos poucos monarcas estáveis na Europa e criou um mercado francês forte para bens de luxo. Essa estabilidade, entretanto, custou caro para os franceses.

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Mercadorias e comércio

A França tornou-se conhecida como fornecedora de muitos bens luxuosos no século XVII. Renda, seda e perucas eram três das principais exportações do país. Entretanto, devido aos inúmeros impostos cobrados pelo Rei Louis XIV, a agricultura tornou-se mais difícil. Além disso, houve uma proibição estabelecida para todas as mercadorias importadas, então tudo que era vendido na França era feito nela.

Mercantilismo

O mercantilismo é uma economia teórica de que a riqueza da nação depende da participação de metais preciosos. Portanto, era importante para um país ter um excedente do comércio exterior, promover os interesses nacionais comerciais e estabelecer colônias. Essa era a economia teórica popular do século XVII na Europa. A França, entretanto, só buscou incentivar o interesse nacional enquanto a Inglaterra estava começando a importar mercadorias vindas da colônias e havia se estabelecido no exterior. Isso criou um problema econômico na França no final do século.

Jean-Baptiste Colbert

Jean-Baptiste Colbert foi o czar econômico da França desde 1661 até 1683, quando faleceu. Ele era superintendente de finanças, do comércio e da secretaria do estado. Ele instituiu um sistema burocrático de controle que incluiu inspeções, marcações e medições de todas as mercadorias importadas. Além disso, Jean também tinha um grupo trabalhando para ele, denominados de intendentes, que deveriam informar sobre qualquer empresas que vendiam mercadorias que não estavam dentro das especificações. Isso não o fez parecer bem para as empresas de classes baixas, que não podiam bancar os preços altos das mercadorias francesas, assim como as elevadas taxas cobradas pelo rei.

Laissez-Faire

Próximo do fim do século XVII, "laissez-faire" estava começando a se tornar uma teoria econômica predominante da França. Ela dizia que os negócios não deveriam ter interferências do governo. A tarifa de proibição de Colbert e as taxas elevadas de Louis XIV estavam criando uma reação entre os mercadores franceses que não possuíam bens para vender, visto que não podiam pagar as mercadorias para seus próprios compatriotas. Até mesmo os intendentes de Colbert estavam começando a ver os impactos negativos de suas políticas e estavam mudando suas opiniões.

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