Os efeitos das convulsões

Escrito por andrea helaine | Traduzido por fabiana silva
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Os efeitos das convulsões
As convulsões são um fenômeno eletrofisiológico anormal temporário que ocorre no cérebro

As convulsões ocorrem por causa de uma atividade anormal no cérebro e são um sinal de que existe um problema neurológico subjacente. Essas alterações são diagnosticadas normalmente depois de mais de um caso de convulsão. Qualquer crise convulsiva precisará ser minuciosamente investigada, pois ela pode colocar a pessoa em perigo se ocorrer durante atividades normais simples, como quando o indivíduo estiver dirigindo, nadando ou em situações que ofereçam um risco de queda grave. É importante saber como as convulsões podem afetar a sua vida e compreender quais são as opções de tratamento disponíveis.

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Tipos

O efeito de uma convulsão, muitas vezes, varia de acordo com o tipo e a duração da crise. Os tipos podem ser subdivididos em focais, que ocorrem em uma parte limitada do cérebro, e generalizadas, que são causadas por alterações elétricas em ambos os lados do cérebro.

Causas

As convulsões normalmente são causadas por um problema de saúde subjacente, tal como um traumatismo craniano, mudanças no nível de açúcar no sangue, infecções ou até mesmo overdose por drogas. Alguns tumores cerebrais também podem afetar a saúde do cérebro, devido às alterações na descarga elétrica. O fator subjacente a ele é que uma alteração no nível de fornecimento de oxigênio pode causar uma convulsão.

Sintomas

A epilepsia afeta o corpo de maneiras diferentes e pode causar períodos em que a pessoa fica com os olhos arregalados, confusão, movimentos espamódicos e até mesmo súbita perda de consciência. Embora a convulsão ou a epilepsia possa causar espasmos, nem todas as convulsões deixam o corpo trêmulo. Para alguns, as convulsões podem afetar a emoção e a percepção sensorial, como o olfato, paladar e a audição. Pode haver espasmos em partes do corpo acompanhados de formigamento e tonturas. Alguns tipos de convulsões causam perda do tônus muscular, enrijecimento do corpo ou incontinência.

Complicações

Embora algumas convulsões, quando tratadas corretamente, não ofereçam risco à saúde, existem outras que podem causar complicações graves e até mesmo a morte. O estado de mal epiléptico é um tipo de crise que dura mais de cinco minutos ou provoca convulsões repetitivas, impossibilitando o cérebro de recuperar a consciência. As pessoas que sofrem dessa condição podem ter um risco maior de danos cerebrais e até morte. Se um indivíduo que sofre de epilepsia não tiver sua condição controlada por medicação ou outros tratamentos, ele pode correr o risco de morte súbita.

Após convulsão

De acordo com o site da Merck, uma indústria farmacêutica com instalações em vários países, a maioria das convulsões dura apenas alguns minutos. Quando a crise cessa, os efeitos colaterais físicos incluem dor de cabeça, músculos doloridos, sensações estranhas, confusão e fadiga. Alguns pacientes com crise de convulsão sofrem de fraqueza ou paralisia. Os efeitos após uma crise convulsiva dependem da região cerebral afetada pelos problemas elétricos anormais. Por exemplo, se os hemisférios cerebrais forem afetados, a pessoa poderá ter problemas com o paladar. Quando a lesão é no lóbulo occipital, o indivíduo poderá sofrer alucinações.

Medicamento

Tomar a medicação certa pode ajudar a controlar as convulsões, e muitas pessoas que se submetem ao tratamento, depois de alguns anos, podem ficar livres da medicação. Os anticonvulsivos provocam alguns efeitos colaterais, como fadiga, vertigem, alterações de peso, problemas de fala, alterações da coordenação, erupções cutâneas e perda de densidade óssea, por isso é importante controlar as reações. Alguns efeitos raros incluem inflamação do órgão, alterações nas emoções e nos pensamentos e depressão.

Cirurgia

A cirurgia pode ser realizada para ajudar a reduzir as convulsões, principalmente se elas estão localizadas em uma área do cérebro ou se afetam funções como a fala, a audição e a linguagem. O cirurgião removerá a parte do cérebro que está causando as convulsões e, em alguns casos, pode precisar cortar partes do cérebro para evitar a propagação da área convulsiva. A cirurgia pode causar sérias complicações, como danos na função cognitiva.

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