Efeitos negativos de lâmpadas fluorescentes em bebês

Escrito por audrey farley | Traduzido por gabriela vilas boas ornelas
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Efeitos negativos de lâmpadas fluorescentes em bebês
Lâmpadas fluorescentes causam grandes riscos à saúde de bebês (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

Lâmpadas fluorescentes tornaram-se mais populares desde que defensores do meio ambiente começaram campanhas para substituir fontes de luz que não são ecologicamente corretas. No entanto, especialistas alertam para os possíveis riscos à saúde causados por essas lâmpadas, especialmente em bebês. Elas têm sido associadas a dores de cabeça, danos nos olhos, convulsões, problemas de pele e intoxicação por mercúrio.

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Toxinas de mercúrio

Lâmpadas fluorescentes contêm mercúrio, que é comprovadamente tóxico para bebês e fetos. A substância é uma neurotoxina poderosa, por isso especialistas recomentam mulheres grávidas a não comer peixe que possa ter sido contaminado com mercúrio. Se uma lâmpada fluorescente quebra, bebês podem ser atingidos pela exposição a esse elemento. Uma lâmpada pequena para casa contém aproximadamente 5 mg de mercúrio, quantidade que pode contaminar 20.000 litros de água. Quando uma pequena lâmpada quebra, o mercúrio pode passar através da pele, de acordo com o Departamento de Saúde e Serviços à Família de Wisconsin (Wisconsin Department of Health and Family Services), nos Estados Unidos. Alguns dos efeitos colaterais consequentes do contato da pele com o mercúrio incluem aperto no peito e danos aos pulmões e aos rins. Esses efeitos podem demorar anos para se manifestar.

Dores de cabeça

Lâmpadas fluorescentes contêm balastros magnéticos que cintilam 120 vezes por segundo. Visto que o olho humano só consegue detectar 50 ciclos por minuto, a rápida tremulação da lâmpada pode causar dor de cabeça. Em bebês, essas dores podem ser graves e aumentar a irritação, gerando problemas de sono.

Convulsões

Lâmpadas fluorescentes cintilam a um ritmo de 120 vezes por segundo por causa do ciclo de energia. Essa cintilação tem sido associada com algumas formas de convulsão, de acordo com a Comissão de Energia da Califórnia (California Energy Commission), dos Estados Unidos. A mesma Comissão notou uma relação entre epilepsia e as antigas lâmpadas fluorescentes, mas não entre lâmpadas mais recentes, que têm maior frequência de balastro eletrônico. Como o ciclo de energia nas lâmpadas novas é muito mais frequente, o cérebro não consegue perceber o cintilar.

Problemas de pele

De acordo com a Campanha de Cuidados com a Pele (Skin Care Campaign) e com a Associação Inglesa de Dermatologistas (British Association of Dermatologists), lâmpadas fluorescentes aumentam as erupções cutâneas em pessoas com doenças ou problemas de pele. Por razões desconhecidas, pessoas com dermatite, eczema e lúpus sofrem mais severamente quando expostas a elas. Esse fato especialmente preocupante em recém-nascidos, pois um entre cinco bebês já sofre de eczema ou problemas de pele relacionados.

Danos aos olhos

O Instituto Nacional de Olhos (National Eye Institute) dos Estados Unidos afirma que a luz das lâmpadas fluorescentes tem comprimento de onda mais baixo (abaixo de 500 nanômetros) e luz verde, azul e violeta mais alta do que a luz solar. Esses baixos comprimentos de onda causam fadiga ocular, especialmente em bebês prematuros, que não têm os olhos tão desenvolvidos como os nascidos depois de nove meses de gestação.

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