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Estilos de liderança diretiva

Atualizado em 23 março, 2017

Como o próprio nome sugere, a liderança diretiva é a orientação de uma equipe a respeito do que fazer e como, ditada por uma figura de autoridade. Em contrapartida, outros estilos de liderança, como a participativa e a consultiva, envolvem uma tomada de decisão compartilhada entre o líder e sua equipe. Antes de adotar um estilo de liderança, os administradores devem considerar a situação, seus subordinados e as vantagens e desvantagens de cada abordagem.

A liderança diretiva funciona bem sob circunstâncias específicas (Photos.com/PhotoObjects.net/Getty Images)

Autocrática

A abordagem autocrática provavelmente é a característica mais clara da liderança diretiva. Nela, o líder toma todas as decisões, que não estão abertas a debate para os membros da equipe. Embora esse estilo possa não gerar funcionários inspirados ou capacitados, funciona bem quando os líderes precisam tomar uma ação rápida e urgente em tempos de crise, quando os membros da equipe preferem repassar a tomada de decisão para seu superior. Martha Stewart (empresária e apresentadora de TV americana), uma líder detalhista e exigente, porém bem-sucedida, é um exemplo do estilo autocrático, segundo o site Money-Zine.

Transacional

A abordagem transacional é um estilo diretivo que envolve uma troca. O líder transacional expõe expectativas e dá recompensas, como um bônus ou pagamento semanal, quando as tarefas são realizadas. Os líderes transacionais também podem estabelecer consequências negativas quando uma meta não é atingida, como uma suspensão. A abordagem transacional parte do pressuposto de que os melhores resultados são alcançados com uma cadeia de comando clara.

Situacional

A liderança situacional, definida por Paul Hersey e Kenneth Blanchard, exige que o líder adeque seu estilo com base na motivação de seus subordinados e na complexidade da tarefa. Parte da abordagem situacional são as ordens, em que um líder dá comandos claros e fornece uma estrutura rígida para a tarefa. Os líderes situacionais dão ordens quando os funcionários estão pouco motivados ou têm pouca capacidade de realizar a tarefa. À medida que empregados mais motivados ou capacitados forem sendo encontrados, a abordagem pode mudar, passando para ações de convencimento, participação ou delegação, o que envolve um grau maior de intervenção do grupo e tomada de decisão coletiva.

Meios e fim

Os líderes que seguem a abordagem da teoria de meios e fim, um estilo definido por Robert House, dizem aos funcionários que realizem seu trabalho, dão instruções claras e definem prazos claros para a finalização da tarefa. Em outras palavras, esses líderes esclarecem os meios para a realização da tarefa, mas não permitem sugestões de seus subordinados acerca de como abordá-la.

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