Ética objetiva

Escrito por bert markgraf Google | Traduzido por elia regina previato
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Ética objetiva
Quando aplicada à ética, a objetividade significa que há regras éticas que existem independentemente do que qualquer indivíduo possa pensar (Hemera Technologies/AbleStock.com/Getty Images)

Quando aplicada à ética, a objetividade significa que há regras éticas que existem independentemente do que possa pensar qualquer indivíduo. Em ética objetiva, certas coisas são certas ou errada, não importando as opiniões que alguém possa expressar a respeito delas. O problema é quem fará essas regras e como encontrá-los, uma vez que as regras feitas por humanos são, devido à natureza deles, opiniões sobre comportamentos e, portanto, subjetivas.

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Ética objetiva e Deus

Se a ética é objetiva e há comportamentos que são certos e errados, então as regras devem vir de uma fonte fora da subjetividade humana. Os adeptos da religião tem tal fonte em Deus, mas muitos ateístas e agnósticos acreditam no conceito de objetividade certa e errada. Na ausência de Deus, o conceito de ética objetiva levanta a questão da origem das regras éticas e ideias sobre como chegar a um código válido e aceitável de ética sem postular origem divina.

Regras objetivas da ética

Os objetivistas da ética que não são religiosos afirmam que existem regras absolutas, não divinas, de ética. Outras leis, como a lei da gravidade ou leis matemáticas, existem sem necessariamente terem um autor divino. Mas tais leis descrevem processos reais e involuntários. Ninguém pode escolher se obedece a lei da gravidade ou discorda dos resultados da multiplicação. Temos outras leis a respeito do comportamento lógico e racional, mas já existem elementos subjetivos deformando tais avaliações. A ideia de que sabemos objetivamente o que é comportamento ético em todas as situações é difícil de se justificar.

Conhecimento da ética objetiva

Os objetivistas éticos dizem que há leis objetivas, mas endereçam a dificuldade da aplicação de tais leis ao comportamento de todos ao dizerem que, embora tais leis existam, podemos não saber o que elas são, ou pelo menos, podemos não saber todos os detalhes. A ideia endereça o problema de decidir que comportamento é eticamente correto em situações complexas, tais como mortes misericordiosas ou guerras. As diferentes visões sobre a ética correta em muitas situações refletem o fato de que não encontramos a regra ética objetiva completa ao lidar com o comportramento particular. Isso implora a questão de como poderíamos reconhecer a regra certa se a encontrássemos.

Relativismo moral

Os problemas da origem das regras da ética objetiva e as questões relativas sobre se sabemos todos os detalhes de tais leis objetivas nos leva a diferentes ideias para resolver essas dificuldades. O relativismo moral diz que todas as crenças éticas honestamente mantidas são igualmente válidas. Indo a tal extremo subjetivo vacilamos quando encontramos culturas ou indivíduos com crenças que os levam à prática da honestidade que consideraríamos um comportamento não ético. Devemos, então, voltarmos-nos para a ideia de que há critérios objetivos para o certo e o errado.

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