Evolucionismo na antropologia

Escrito por sachiko schott | Traduzido por joao marcos padua filho
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Evolucionismo na antropologia
No século 19, o evolucionismo defendia a ideia de que as sociedades subiam uma escada do progresso cultural (southwest ladder ii image by Mitchell Knapton from Fotolia.com)

Na antropologia, o evolucionismo é a teoria de que a sociedade se desenvolve de formas mais simples para mais complexas. Esse ideia da evolução social era muito popular durante o século 19, mas foi muito criticada no 20 por ser considerada racista.

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Origens

O evolucionismo foi inicialmente proposto no livro "Ancient Society" de Lewis Henry Morgan, em 1877. Morgan tinha a ideia de que todas as sociedades deveriam passar por três níveis evolucionários: da selvageria à barbárie, e de lá à civilização. Essa teoria era popular entre os colegas de Morgan, que tinham como certo que a sociedade Vitoriana foi o auge da civilização.

O declínio do evolucionismo

O início do século 20, antropologistas começaram a defender a ideia de fazer um ranking com algumas sociedades que estivessem mais "altas" do que outras consideradas repugnantes. Frans Boas e sua aluna Margaret Mead foram dois antropologistas famosos que se destacaram por serem contra a ideia de classificar culturas e sociedades em qualquer tipo de sistema hierárquico.

Evolucionismo hoje

Atualmente, o evolucionismo se incorporou a teorias de modernização, antropologia ecológica e pesquisa em desenvolvimento e subdesenvolvimento. Ao invés de propor uma classificação hierárquica das sociedades, o evolucionismo reconhece mudanças não apenas na complexidade, mas também nos tipos de complexidade das sociedades contemporâneas.

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