Fatores socioeconômicos que afetam a educação

Escrito por kristin jennifer | Traduzido por vitor tavares
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Fatores socioeconômicos que afetam a educação
A educação formal não está disponível para meninas e mulheres em algumas partes do mundo (Jupiterimages/Goodshoot/Getty Images)

A educação oferece às crianças conhecimento e habilidades necessárias para que elas cresçam e sua nação se desenvolva economicamente. Fatores socioeconômicos, como renda familiar, nível de escolaridade dos pais, raça e gênero, influenciam na qualidade e na disponibilidade da educação, bem como na capacidade da mesma de melhorar as condições de vida.

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Nível de renda familiar

A situação financeira da família influencia em uma série de fatores que podem ajudar ou atrapalhar uma criança no acesso à educação. As famílias ricas têm os recursos financeiros para enviar um filho ou uma filha para escolas de alta qualidade, contratar tutores e obter fontes de educação suplementar. Os estudantes de famílias de baixa renda podem não ser capazes de ir à escola, porque nenhuma escola está disponível. Onde a escola está disponível, os professores podem ter educação ou treinamento insuficiente. Dificuldades financeiras dos pais pode levar uma criança a deixar a escola cedo para trabalhar. As preocupações sobre a dificuldade financeira em casa podem afetar negativamente a capacidade de aprendizagem da criança.

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Crianças mais preocupadas com a sua próxima refeição do que aprender podem sofrer na escola (Jupiterimages/Pixland/Getty Images)

Nível de escolaridade dos pais

O nível de educação dos pais está diretamente relacionado com a importância e a influência da educação na vida de seus filhos. Pais escolarizados podem avaliar os pontos fortes e fracos de um filho ou uma filha para ajudar a criança a melhorar o seu desempenho acadêmico. O pai escolarizado também define as expectativas de desempenho acadêmico que impulsionam os alunos a alcançar melhores níveis de escolaridade. No entanto, mesmo escolarizados, os pais que tiveram problemas durante a fase escolar e não consideram importante a educação formal, podem ter atitudes negativas em relação à educação, o que acaba por prejudicar a criança na fase acadêmica.

Gênero

A disponibilidade de educação para meninas e mulheres varia dependendo do país. Restrições à educação para meninas e mulheres são baseadas em preconceitos de gênero predominantes na cultura. Algumas culturas permitem a educação para meninas e mulheres, mas limita o conteúdo do ensino ou educação a prepará-las para certos papéis sociais pré-estabelecidos. Nos Estados Unidos, a disponibilidade de educação para meninas e mulheres expandiu e se tornou mista na maioria das escolas a partir do século 20.

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Educação para as mulheres em algumas partes do mundo é limitada à preparação para a vida como esposas, enfermeiras ou professoras (Jupiterimages/Comstock/Getty Images)

Raça

Embora a raça não seja um fator determinante da performance dos alunos em uma escola, os estudantes americanos afrodescendentes seguem atrás de estudantes americanos de origem europeia em leitura e matemática. Esse fenômeno pode ocorrer menos por causa da raça e mais como resultado do nível de renda da família. No Child Left Behind Act de 2002 buscou-se melhorar o desempenho acadêmico de alunos africanos ou latino-americanos em escolas americanas, colocando ênfase na qualidade dos professores e desempenho.

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