Como as folhas absorvem a luz solar?

Escrito por maria kielmas | Traduzido por juliana néris nakanejo
Como as folhas absorvem a luz solar?
As plantas captam a energia solar para produzir açúcares (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

As folhas são os órgãos produtores de alimento das plantas. O sol é a fonte primária de energia de toda a vida. As folhas absorvem a luz do sol e dióxido de carbono para produzir açúcares que permitem o crescimento da planta. A fotossíntese é o processo de conversão de energia da luz em açúcares, ou carboidratos, que são uma forma química de energia. Esse processo ocorre em plantas e em algumas algas e bactérias. As plantas precisam de cerca de 30 proteínas diferentes na sua estrutura para produzir moléculas de açúcar.

Estrutura da folha

A folha tem três compartimentos diferentes. Camadas de cutícula superior e inferior consistem de material duro, ceroso e à prova d'água. As células epidérmicas localizadas logo após essas camadas, secretam a cutícula. Os mesófilos, que contêm cloroplastos, se encaixam entre a cutícula inferior e superior a as camadas de células epidérmicas. Pode haver entre um a 50 cloroplastos em cada célula de mesófilo. Os estômatos são poros nas folhas que podem captar o dióxido de carbono da atmosfera e liberar oxigênio de volta.

Clorofila

A clorofila é o pigmento verde presenta nas células das folhas conhecidas como cloroplastos. Ela absorve todos os comprimentos de onda de luz visível exceto o verde. Essa cor é refletida da superfície da folha e é detectada pelos olhos humanos.

Água

As raízes das plantas captam a água do solo e a coloca no tronco e folhas. A energia da luz solar "quebra" a água em hidrogênio e oxigênio. As moléculas de água também escapam do estômato da folha, especialmente em clima seco e quente. Isso é a transpiração.

Reações à luz

A luz atinge as moléculas de clorofila e excita seus elétrons constituintes. As moléculas de clorofila são ancoradas em várias proteínas. Em uma série de reações químicas, a energia da luz é convertida em adenosina trifosfato, ou ATP, uma forma de energia que é armazenada nos organismos vivos. Nicotinamida adenina dinucleotídeo fosfato, ou NADP, é a segunda substância criada durante esse processo.

Reações escuras

Outro nome para a reação escura é ciclo de Calvin. Foi nomeada assim depois que o químico americano Melvin Calvin a descobriu em meados de 1950. O NADP adquire um íon hidrogênio da molécula de água que foi quebrada dentro das células da folha para fazer o açúcar, ou glicose, e libera oxigênio do estômato. Algumas plantas nas regiões áridas podem fechar seus estômatos durante o período mais quente do dia para minimizar a perda de água durante a respiração. Dessa forma elas podem continuar o processo de fotossíntese com o dióxido de carbono captado durante as horas mais escuras.

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