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Como foram descobertos os raios anódicos?

Atualizado em 17 abril, 2017

O ânodo foi descoberto durante experimentos utilizando um cátodo perfurado em um tubo de descarga. Um cátodo perfurado é um eletrodo negativamente carregado que permite que os elétrons entrem em um dispositivo elétrico. Ele também pode ser o eletrodo positivamente carregado de um dispositivo elétrico que fornece corrente ao dispositivo.

O ânodo foi descoberto por um cientista chamado Engen Goldstein (Jason Reed/Photodisc/Getty Images)

Dr. Eugen Goldstein

O Dr. Eugen Goldstein foi um físico alemão dos primeiros a estudar a área de tubos de descarga e átomos, e também é creditado pela descoberta dos prótons. Goldstein trabalhou no observatório de Berlim e de Potsdam durante sua carreira. Ao conduzir estudos com tubos de Crookes, Goldstein descobriu que eles emitiam luz e que campos magnéticos tinham influência sobre essa luz. Ele eventualmente batizou estes raios de luz como catódicos. Este estudo foi a fundação da eventual descoberta de raios anódicos.

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Descoberta dos prótons

Após a descoberta dos raios catódicos, o Dr. Goldstein continuou as pesquisas na área. Devido à descoberta no núcleo por um outro cientista, Goldstein pode observá-lo isoladamente durante os experimentos de descarga e localizou as partículas positivamente carregadas. Estas foram chamadas de prótons. Seus experimentos com tubos de descarga lhe permitiram observar a passagem de eletricidade através de gases tanto em alta como em baixa pressão. Ao conduzir os experimentos com gases em baixa pressão, ele descobriu os raios anódicos.

Descoberta dos raios anódicos

Durante os experimentos com tubo de descarga, Goldstein notou outro fenômeno. Quando o cátodo perfurado é utilizado, alguma radiação e partículas aparecem atrás do próprio raio catódico; elas emanam do ânodo e, como o próton, estas partículas, ou raios, carregam uma carga positiva. Pelo fato destas partículas radioativas positivamente carregadas virem diretamente do ânodo, o Dr. Goldstein as batizou de raios anódicos.

Raios anódicos

Pelo motivo desses raios terem um conjunto de características distintas, o que significa que eles funcionam diferentemente dos raios catódicos, Goldstein pôde observar algumas características identificáveis deste novo tipo de raio. Os raios anódicos no experimento viajavam em uma linha reta e eram feitos de partículas materiais. Elas continham uma carga positiva e eram compostas de gases já presentes no experimento com corrente. Quando as massas dessas partículas são milhares de vezes maiores que os elétrons no átomo, elas se tornam prótons.

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Referências

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