Funções do cérebro de um cachorro

Escrito por izzy mcphee | Traduzido por marina mendes
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Funções do cérebro de um cachorro
O cérebro do cachorro não é tão diferente do nosso (blue brain image by John Sfondilias from Fotolia.com)

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O cérebro e o sistema límbico

O cérebro do cachorro é feito de bilhões de células. O sistema límbico é a parte do cérebro que controla as emoções, o comportamento e as funções de aprendizagem. Quando as pessoas ensinam o cachorro a sentar, essa é a área do cérebro que realiza a tarefa. Quando um cão marca território, o sistema límbico é o responsável. Ele também provoca o afeto ou a agressão vinda do animal.

Esse sistema é uma rede de células cerebrais que combinam o aprendizado com os instintos. Ele também controla os cinco sentidos, emoções, prazer, raiva, fome e até sexo.

O cerebelo e a glândula pituitária

O cerebelo localiza-se na base do cérebro e é responsável pelo controle muscular. A medula se estende do cérebro até a lombar e se aloja dentro da coluna vertebral. Ela é cheia de nervos que carregam sinais do cérebro para o resto do corpo.

A glândula pituitária é uma glândula pequena, localizada no centro do cérebro, que libera hormônios. Ela liga o sistema nervoso e o endócrino. Ela tem uma função importante no crescimento, produção de leite, cor da pele, ovários e testículos do cachorro. Quando uma fêmea entra no cio e um macho sente o cheiro, as moléculas são enviadas à glândula pituitária. A glândula ajuda o cão a decifrar quando a fêmea está pronta para procriar e quando está saindo do cio.

Bulbos olfativos, órgão vomeronasal e glândula pineal

Os bulbos olfativos são responsáveis pelo faro. Eles são quatro vezes maiores no cachorro e, por isso, os cães são capazes de sentir cheiro dez mil vezes melhor que o humano.

O órgão vomeronasal é uma bolsa redonda de células receptivas que fica acima do céu da boca. Ele possui canais que se abrem no nariz e na boca, permitindo a entrada de aromas. As moléculas aromáticas são enviadas às áreas dos bulbos olfativos para serem processadas, assim o cérebro do animal saberá o que fazer com elas.

A glândula pineal ajuda o cão a perceber a iluminação ambiente, bem como procriações ameaçadas. Ela produz melatonina e ajuda a controlar o metabolismo e até o desenvolvimento sexual.

Conclusão

O cérebro do cão é muito parecido com o nosso. As várias seções controlam um grande número de diferentes funções. As químicas naturais enviam mensagens constantes através do sistema do animal. Esses sinais avisam o corpo quando ele está em perigo, quando precisa de comida, quando procriar e até como fazer os truques que as pessoas ensinam.

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