Gravidez saudável após crioterapia

Escrito por stephanie crumley hill | Traduzido por fellipe jardim
Gravidez saudável após crioterapia

A maioria das mulheres que sofreu crioterapia pode engravidar

Jupiterimages/Stockbyte/Getty Images

A crioterapia do colo do útero, algumas vezes denominada criocirurgia, é um tratamento comum para uma série de condições, incluindo displasia cervical e papilomavírus humano, HPV. O período de recuperação dura cerca de três semanas. A maioria das mulheres que se submeteu à crioterapia e deseja ter um bebê é capaz de engravidar e ter uma gestação normal. Uma gravidez saudável para uma mulher que sofreu crioterapia geralmente não é diferente de uma gravidez saudável para qualquer outra mulher.

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Permanecendo saudável

Uma dieta e estilo de vida saudáveis são importantes para todas as mulheres grávidas. Se já sofreu crioterapia, isso é especialmente verdadeiro. Se o procedimento tiver sido realizado em virtude de uma doença sexualmente transmissível, tal como HPV, é importante não se re-infectar; isso poderia significar ter de usar preservativo com o parceiro durante toda a gravidez. Se o procedimento tiver sido realizado em virtude de alterações pré-cancerosas, um médico precisará monitorar para acompanhar o retorno de tais alterações; isso poderia implicar em exames de Papanicolau mais frequentes. Converse com o médico sobre a criocirurgia para obter a orientação correta.

Incompetência cervical

Mulheres que realizaram a crioterapia podem ter um risco ligeiramente aumentado de incompetência cervical, uma condição na qual o colo do útero começa a se dilatar e/ou contrair antes que a gestação termine. O médico pode realizar um ultrassom vaginal, o qual permite verificar se o colo do útero está contraindo ou começando a dilatar antes do que deveria. Em um estudo de 2006 com mulheres que realizaram vários procedimentos cervicais, os pesquisadores da Memorial University of Newfoundland usaram ultrassom transvaginal para prever quais delas eram suscetíveis a um parto prematuro (vide seção de Referências abaixo). Embora as mulheres no grupo com criocirurgia tivessem um cérvix mais curto do que as mulheres do grupo de controle, elas não apresentavam taxas mais altas de parto prematuro. Um estudo em 1989 na Semmelweis University Medical School, Budapeste, Hungria, descobriu que mesmo a crioterapia durante a gravidez não afetou negativamente os resultados da gravidez (vide seção de Referências). Se uma mulher estiver tendo uma gravidez saudável, uma crioterapia anterior não deverá causar problemas.

Trabalho de parto e parto

Uma gravidez saudável leva ao evento crítico da gravidez: o trabalho de parto. Um estudo de 1982 por Erik Hemmingsson descobriu que mulheres que sofreram crioterapia anteriormente não tinham qualquer dificuldade com o início ou o progresso do trabalho de parto e tiveram bebês saudáveis ​​(vide seção de Referências). Um estudo do University Hospital of Jacksonville reportado em 1984 no Journal of Reproductive Medicine analisou se a crioterapia afetou a necessidade de aumento de ocitocina, fórceps e outras intervenções (vide seção de Recursos). A única diferença significativa encontrada pelos pesquisadores foi que as mulheres que realizaram o procedimento de crioterapia eram ligeiramente mais propensas a ter o bebê em menos de três horas desde o início do trabalho de parto.

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