Hábitos das plantas daninhas rastejantes

Escrito por lisa chinn Google | Traduzido por sylvia vitti
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Hábitos das plantas daninhas rastejantes
Plantas daninhas rasteiras crescem sobre os troncos das árvores e bloqueiam a luz solar para outras plantas (David De Lossy/Photodisc/Getty Images)

Plantas daninhas rastejantes podem ser difíceis de controlar devido ao seu hábito de se espalhar de forma agressiva e rápida. Elas podem cobrir grandes áreas de solo e até sufocar outras plantas que estejam próximas. A remoção mecânica e através de herbicidas podem ajudá-lo a se livrar destas plantas rasteiras. É importante conhecer o hábito de crescimento delas para desenvolver um plano de combate.

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Daninhas trepadeiras

Daninhas trepadeiras, como a glicéria, sobem por cima das outras plantas, enrolando-se ao redor delas. Elas não conseguem escalar se não tiverem algum tipo de suporte, não sendo então tão invasivas como as que possuem gavinhas ou as que se aderem às plantas ao seu redor. Para retirar mecanicamente este tipo de daninha, você precisa desenroscá-la de seus suportes e retirá-la com as raízes.

Hábitos das plantas daninhas rastejantes
Daninhas trepadeiras sobem por cima das outras plantas, enrolando-as (Hemera Technologies/PhotoObjects.net/Getty Images)

Daninhas com gavinhas

Algumas plantas rasteiras, como as videiras, possuem pequenas gavinhas que se esticam e enrolam-se em suportes para se sustentarem. Estas daninhas não conseguem escalar com sucesso superfícies planas, uma vez que suas gavinhas precisam de algo para se agarrar. Quando estas estruturas se enrolam em outras plantas, elas podem estrangulá-las. As pequenas gavinhas também são difíceis de serem removidas durante a retirada manual da planta invasora.

Hábitos das plantas daninhas rastejantes
Algumas plantas rasteiras possuem pequenas gavinhas que se esticam e enrolam-se em suportes (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

Daninhas que se agarram para obter suporte

Daninhas que aderem-se a outras plantas podem apresentar gavinhas adesivas ou estruturas semelhantes a raízes que ajudam a planta a escalar. Uma vez que estas plantas possuem partes pegajosas, elas conseguem subir em superfícies planas, como paredes por exemplo. Infelizmente, plantas deste tipo podem estragar madeira. Elas devem ser removidas de superfícies externas de residências e de árvores para evitar maiores danos.

Hábitos das plantas daninhas rastejantes
Algumas daninhas conseguem subir em superfícies planas, como paredes (Comstock/Comstock/Getty Images)

Crescimento da planta daninha e efetividade dos herbicidas

Uma vez que as plantas daninhas rasteiras se espalham rapidamente, os indivíduos jovens geralmente enviam açúcares para seus caules, a fim de aumentar o crescimento vegetativo. Durante o período de crescimento foliar em plantas jovens, os herbicidas aplicados sobre as daninhas seguem um trajeto ascendente para as extremidades da planta ao invés de se dirigirem às raízes. Este movimento para cima significa que herbicidas aplicados no momento errado irão afetar apenas as folhas, ao invés de matar a planta afetando suas raízes. Especialistas da área de extensão da Universidade de Missouri recomendam a aplicação de herbicidas em plantas jovens durante o seu crescimento, mas quando elas apresentam menos de 5 cm de altura. Eles sugerem a aplicação do produto em plantas adultas nos Estados Unidos no final do verão ou no início do outono após a floração.

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Especialistas da área de extensão da Universidade de Missouri recomendam a aplicação de herbicidas em plantas jovens durante o seu crescimento (Comstock/Comstock/Getty Images)

Erva do diabo

Uma das daninhas mais problemáticas nos Estados Unidos é a Tribulus terrestris, conhecida no Brasil como erva do diabo. Esta planta é venenosa e possui partes espinhosas que podem machucar pessoas e animais que pisem sobre ela. A planta também apresenta um hábito de crescimento competitivo, povoando locais com plantas menos tolerantes à seca durante a escassez de chuvas. A Universidade Califórnia Davis recomenda a remoção destas plantas daninhas antes que elas produzam sementes e também recomenda a introdução das espécies Microlarinus lareynii e M. lypriformis weevils, que reduzem naturalmente as populações da erva do diabo.

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A erva do diabo é venenosa e possui partes espinhosas que podem machucar pessoas e animais que pisem sobre ela (Hemera Technologies/AbleStock.com/Getty Images)

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