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Herbicida para milho com polinização aberta

Escrito por lillian teague | Traduzido por allisson ester de paiva
Herbicida para milho com polinização aberta

Em 2004, produtores de milho perderam 40 bilhões de reais devido à plantas invasoras, de acordo com a Universidade Estadual de Iowa

Hemera Technologies/AbleStock.com/Getty Images

O controle de ervas daninhas, em plantações de milho, reduz a competição por nutrientes, que são essenciais para um crescimento ideal do milho. A extensão universitária da Universidade de Illinois não recomenda herbicidas para o milho plantado em hortas caseiras. Pequenos fazendeiros e produtores de milho, por outro lado, usam uma grande variedade de tratamentos com herbicida, para controlar o crescimento de ervas daninhas, em variedades de milho que possuem polinização aberta.

Milho de polinização aberta

Milho de polinização aberta é definido, simplesmente, como milho plantado sem controle sobre a polinização. Assim, é permitido que o pólen seja transferido para o cabelo do milho, que é a parte feminina da planta, vindo de qualquer outra planta da plantação. Todas as sementes, de milho de polinização aberta, produzem uma planta geneticamente sem igual, de acordo com a biblioteca eletrônica Plant and Soil Sciences.

Herbicidas pré-emergentes

Fazendeiros aplicam herbicidas pré-emergentes ao solo para suprimir a germinação de ervas daninhas. A aplicação antecipada previne a perda de produção, devido à competição com ervas daninhas, enquanto o milho é novo e vulnerável, afirma a Corn and Soybean Digest. O Glifosato é um dos mais populares e tradicionais herbicidas para aplicação no milho. Apesar de ser um herbicida não-seletivo, o que quer dizer que ele mata todas as plantas com que ele entra em contato, muitas variedades de semente de milho possuem resistência aos efeitos do herbicida. Outras opções de pré-emergentes, para milho de polinização aberta incluem glúten de milho, benefina, acetocloro, atrazina e metolacloro.

Herbicidas pós-emergentes

Uma vez que as ervas daninhas germinaram, herbicidas pós-emergentes, aprovados para uso em milho, matam as ervas daninhas, mas não danificam o milho. Fazendeiros pulverizam pós-emergentes nas folhas das ervas daninhas. As folhas absorvem os químicos, que trabalham para matar a planta. Quanto mais jovens as ervas daninhas, mais fácil eliminá-las com pós-emergentes. Variedades de milho, prontas para o glifosato, aceitam o uso deste herbicida após a germinação tanto do milho quanto das ervas daninhas. Outros herbicidas pós-emergentes, somente para uso com variedades resistentes, incluem imazamox, imazapyr e rimsulfuron. Herbicidas pós-emergentes, seguros para uso com todas as variedades de milho de polinização aberta, incluem nicosulfuron, primisulfuron, dicamba e S-metolacloro.

Resistência a herbicidas

A aplicação contínua do mesmo herbicida, ou do mesmo tipo de herbicida, em plantações de milho de polinização aberta, geralmente faz com que as ervas daninhas fiquem resistentes a herbicidas, como observado no uso de glifosato. A necessidade de novos tratamentos com herbicida continua a crescer, apesar do glifosato produzir "controle excepcional sobre várias ervas daninhas", de acordo com o Guia de Herbicidas de 2011, para produção de milho e soja, de Iowa. O guia recomenda uma diversa abordagem gerencial diferenciada, no que concerne à aplicação de herbicidas, incluindo a adição de herbicidas adicionais para, de modo rápido e eficiente, lidar com qualquer emergência com ervas daninhas resistentes ao glifosato.

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