História da computação forense

Escrito por tucker cummings | Traduzido por randhal wendel
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História da computação forense
A computação forense ajuda os policiais a investigar crimes envolvendo informática e internet (Image by Flickr.com, courtesy of Steve Jurvetson)

Computação forense é o estudo da extração, análise e documentação de evidências de um sistema de computador ou rede. É usado normalmente por policiais para buscar provas para um julgamento criminal. Funcionários públicos e profissionais de negócios também podem precisar de um especialista familiarizado com as técnicas da computação forense. Essa disciplina é relativamente nova, tendo sido fundada na década de 80.

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Os primeiros anos

O campo da computação forense começou pouco depois dos computadores pessoais tornaram-se uma opção viável para consumidores. Em 1984, foi criado um programa do FBI conhecido por um tempo como o "Programa de Mídia Magnética", e agora como "Análise de Computador e Equipe de Resposta" (CART). Pouco tempo depois, o homem reconhecido como sendo o "pai da computação forense" começou a trabalhar nesse campo. Seu nome era Michael Anderson, um agente especial da divisão de investigação criminal do serviço de receita do Governo Federal dos Estados Unidos (IRS). Anderson trabalhou para o governo nessa área até meados de 1990, tendo posteriormente fundado a New Technologies, Inc., empresa líder em computação forense.

Primeiros programas de treinamento

Uma reunião realizada em 1988 em Oregon levou à formação da Associação Internacional de Especialistas em Computação de Investigação (IACIS). Pouco depois, as primeiras aulas foram ministradas para treinar especialistas em recuperação de provas em computadores apreendidos (SCERS).

IOCE

A disciplina continuou crescendo na década de 1990, com a primeira conferência sobre a coleta de evidências de computadores, que ocorreu em 1993. Dois anos depois, a Organização Internacional de Evidência Digital (IOCE) foi estabelecida.

Fim da década de noventa

Em 1997, foi amplamente reconhecido que as autoridades policiais em todo o mundo precisavam ser bem treinadas em como adquirir evidências de computadores, fato evidenciado em um comunicado do G-8 de 1997. No ano seguinte, a Interpol realizou um simpósio sobre computação forense e, em 1999, o programa CART, do FBI, investigou 2.000 casos individuais.

A primeira década do século XXI

O número de casos do CART, do FBI, continuou crescendo. Enquanto a equipe analisou 17 TB de dados em 1999, em 2003 o grupo examinou 782 TB de dados em apenas um ano. Com os avanços da computação e a proliferação do acesso a internet em todo o mundo, a computação forense começou a desempenhar um papel mais importante para os policiais. Com o advento dos smartphones e PDAs, as formas em que a computação forense pode operar tornaram-se ainda mais importantes, pois os criminosos têm uma infinidade de opções para utilizar dispositivos digitais para infringir a lei.

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