A história do conflito hindu-muçulmano

Escrito por kirk maltbee | Traduzido por maria pereira
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As diferenças religiosas têm inspirado muitas guerras ao longo da história, com cada lado acreditando que seu Deus ou deuses vai levá-los à vitória. Alguns desses conflitos continuam desde a antiguidade até hoje. A terra de Caxemira é um excelente exemplo de como algumas facções hindus na Índia continuam uma disputa pela região contra os muçulmanos do Paquistão. O conflito tem sido sangrento por muitos anos.

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Primeiros conflitos

Após o nascimento do Islã, por volta de 700 d.C, o primeiro ato registrado de agressão dos muçulmanos contra assentamentos indígenas na terra de Sind ocorreu 15 anos depois. Forças árabes tinham afastado o rei de Sind em retaliação contra o envolvimento indiano em assuntos Pérsicos e para protestar contra a captura de um navio árabe nas águas ao redor de Sind.

Luta contínua

Em 980, um ataque liderado por muçulmanos começou em reinos no norte da Índia. A guerra durou 40 anos pelo fato de que forças unificadas hindus repeliam repetidamente os agressores. Os invasores muçulmanos conseguiram obter sucesso entre os anos de 1191 e 1255, quando alcançaram a cidade indiana de Nova Deli. Em 1310, os muçulmanos atacaram reinos indianos que eram mais afastados. Em 1329, toda a nação indiana estava sob domínio muçulmano. Nos 400 anos seguintes, encontravam-se vários casos de forças de resistência hindus que lutavam contra o controle muçulmano. Marathas e Gurkhas, duas forças militares, conseguiram expulsar a maioria das forças muçulmanas da Índia no final do século XVIII.

Mudanças na lei

Durante a ocupação, os governantes muçulmanos impuseram suas regras introduzindo a escravidão e destruindo locais de culto hindu. Eles mataram muitos dos monges hindus e sacerdotes em seus esforços para subjugar o povo indiano e foram muito bem sucedidos. Apesar das vitórias indianas em anos posteriores, a Índia não recuperou totalmente suas práticas religiosas até que tropas britânicas derrotassem as forças muçulmanas, no final do século XIV.

Restauração

Separatistas muçulmanos desencadearam uma série de tumultos em Malabar em 1920, depois que foi noticiado que começaram a abater vacas, que são sagradas para os hindus. As relações foram mais tensas na década de 1940, quando os detratores muçulmanos exigiram que o Paquistão se tornasse um estado muçulmano independente. Esse desejo foi concedido para aliviar qualquer violência entre hindus e muçulmanos. Durou apenas um curto período de tempo, quando manifestantes mais uma vez tomaram as ruas em 1992 para destruir uma mesquita muçulmana na cidade de Ayodhya. Durante o mesmo ano, aconteciam conflitos isolados, levando à morte de pelo menos seis pessoas e vários outros feridos.

Mais violência

Atos de violência continuaram em 2002. Os muçulmanos atacaram um comboio Hindu e mataram pelo menos 58 pessoas. Isso provocou uma violência generalizada em toda a Caxemira enquanto 2.000 soldados militares foram chamados para conter a rebelião. Apesar de um apelo à paz partindo de outros líderes mundiais, as tensões continuam ao longo da Caxemira.

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