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História das máscaras gregas

Os símbolos do teatro moderno — as máscaras da comédia e tragédia — surgiram entre 500 e 300 a.C. na Grécia. O uso das máscaras, ou personas, como eram chamadas, ocorreram primeiramente na Grécia Antiga.

As máscaras gregas eram chamadas personas (Jupiterimages/liquidlibrary/Getty Images)

Dionísio

Dionísio era o deus da fertilidade e do vinho na Grécia. Muito do ritual que cercava a adoração de Dionísio incluía o uso das máscaras. Dramatizações, performances musicais e outros shows eram parte do festival de Dionísio, abrindo caminho para o teatro organizado.

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Teatro

A fraternidade de atores começou a usar máscaras em performances, adotando a prática dos adoradores de Dionísio. Acredita-se que Thespis, de onde veio o termo tespianos, tenha sido o primeiro ator a usar a máscara.

Design

As máscaras usadas no teatro da Grécia Antiga eram feitas de madeira, cortiça, tecido, argila ou couro, e frequentemente eram decoradas com cabelos humanos ou animais. Nenhuma delas sobreviveu.

A máscara era feita para cobrir toda a face do ator e tinha pequenos buracos para os olhos.

Função

A forma da máscara servia como um megafone para a voz do ator, carregando suas palavras até o público. As máscaras tinham expressões exageradas porque o público frequentemente ficava afastado do palco. As máscaras eram também importantes no teatro grego para ajudar a disfarçar os gêneros dos atores, pois homens desempenhavam todos os papéis, incluindo os femininos, pois não era permitido às mulheres atuar.

Elenco

O uso de máscaras no teatro grego desenvolveu-se, tornando-se rapidamente costumeiro que todos os atores usassem máscaras. O coro teria máscaras similares, mas elas diferiam muito em detalhe em relação aos atores principais.

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Referências

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