História do sistema numérico romano

Escrito por greg turin | Traduzido por r spol
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História do sistema numérico romano
Os algarismos romanos são usados em relógios, com o "IIII" representando o 4 para manter o equilíbrio estético (Hemera Technologies/AbleStock.com/Getty Images)

Os algarismos romanos fazem parte de uma linguagem numérica antiga. Eles são comumente usados hoje em listas, relógios, moedas romanas de colecionador e datas de direitos autorais de filmes. As letras M,D,C,L,X, V e I representam respectivamente 1000, 500, 100, 50, 10, 5 e 1. As letras maiúsculas são mais comuns apesar de poderem ser expressas também em letra minúscula. Em livros antigos e textos medievais, o "j" é usado na forma minúscula no lugar o "i" no fim de um número, como por exemplo o "viij", o qual indica o número 8.

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Origem e uso etrusco

Apesar da história mais antiga dos números romanos serem vagas, os historiadores sabem que os etruscos antigos usavam números romanos. Alguns desses números eram expressos na forma de subtrações. Eles supõem que o sistema decimal, na matemática, com o termo deca significando dez (incluindo os números romanos), derivaram dos números de dedos nas mãos dos seres humanos. Uma marca reta, como um dedo, era usado para indicar o número um.

Uso do romano antigo

Os algarismos romanos antigos diferem da forma como são usados hoje em dia. Um contraste evidente era que antigamente os romanos usavam quatro letras consecutivas, como por exemplo XXXX, significando 40. Para números maiores, eles colocavam parênteses para multiplicar os números por mil. Assim, o 5000 era expresso como (V) e o 10000 era (X), por exemplo. Os parênteses podiam ser multiplicados, de tal forma que o ((V)) valeria 5 milhões.

M e D

Os número M e D surgiram posteriormente na história dos algarismos romanos. Quando se escreve 1000 como eles faziam, vê-se (I). Quando é escrito rapidamente, ele parece com um "M". Em situações especiais, os romanos escreviam "500" usando apenas metade de um parenteses cheio, ficando I). Isso teoricamente evoluiu para o "D". Ambos as letras não surgiram antes de meados do século 18.

Zero

Apesar da versatilidade, o sistema numérico romano não possuía uma representação para o zero. Isso significa que eles não tinham o conceito de incógnitas, tornando-se difícil portanto, para o sistema romano, expressar grandes quantidades. Uma vez que o Império Romano caiu, o sistema árabe, que utilizava zeros e incógnitas, foi amplamente adotado. Foi tão eficiente e versátil que se tornou praticamente universal, e a numeração romana foi restrita apenas às situações formais, devido a sua raridade e elegância única.

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