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Informações sobre bactérias comedoras de carne

Atualizado em 21 novembro, 2016

O vírus comedor de carne é uma infecção bacteriana comumente causada por um tipo muito forte de bactéria streptococcus (streptococcus grupo A). Pode também ser causada por uma mistura de outras bactérias. O vírus é chamado de fasciitis necrosante e é uma condição de tratamento por toda a vida.

A bactéria podem entrar no corpo através de pequenos ferimentos

Infecção

Vírus comedores de carne podem entrar em seu corpo por uma abertura muito pequena, como um furo de alfinete ou corte de papel. Podem também entrar através de uma bolha, contusão ou abrasão. É normalmente transferido através do contato direto com secreções de um indivíduo infectado ou através de gotículas da respiração. Em alguns casos, um indivíduo pode carregar a bactéria sem apresentar sintomas de doença, mas mesmo assim são contagiosos.

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A bactéria podem entrar no corpo através de pequenos ferimentos

Sintomas iniciais

Os sintomas iniciais do vírus comedor de carne podem ocorrer dentro de 24 horas da contração. Eles podem incluir outras aberturas na pele, dor em geral na região do ferimento, dor que se intensifica com o tempo, sede extrema devido à desidratação e sintomas como os da gripe, como náusea, febre, confusão, diarreia e fraqueza.

Um dos sintomas do vírus é a sede extrema

Sintomas avançados

Sintomas avançados aparecem dentro de três ou quatro dias e incluem inchaço do membro ou área da infecção; marcas grandes e escuras que tornam-se bolhas que são preenchidas com fluido escuro e uma aparência necrótica do ferimento (branco, azulado ou escuro e pintado). Sintomas críticos, que aparecem dentro de quatro ou cinco dias, incluem uma queda brusca na pressão sanguínea, choque tóxico do corpo e inconsciência quando o corpo perde a habilidade de lutar contra a infecção.

Os sintomas avançados aparecem com cerca de três dias

Diagnóstico

O vírus comedor de carne é frequentemente diagnosticado erroneamente devido à similaridade de seus sintomas com os de muitas condições mais simples. Normalmente não é considerado até que a condição atinja estágio avançado ou crítico. De acordo com a Fundação Nacional da Fasciite Necrosante, Centros de Controle e Prevenção de Doenças informaram que em 1996 estima-se entre 500 e 1500 casos de infecção, dos quais 20 por cento resultam em morte. Diagnóstico precoce é crítico para a sobrevivência.

Tratamento

O tratamento envolve terapia com antibiótico intravenoso, hospitalização e remoção do tecido atingido. Pode haver outros tratamentos em relação aos sintomas, como medicações para aumentar a pressão sanguínea quando ela cai. Transfusões de sangue podem ser necessárias e, em alguns casos, pode ser usada uma câmara de oxigênio hiperbárica. Imunoglobulina intravenosa (IGIV) é uma nova medicação que vem sendo usada para tratar esta condição. Dos pacientes que sobrevivem à infecção, muitos podem precisar de enxertos de pele para substituir o tecido que foi removido e pode ser necessária amputação em alguns casos.

O tratamento envolve terapia com antibióticos

Prevenção

Apesar de não haver nenhum método para prevenção, sempre existem maneiras de reduzir os riscos de se infectar. Limpe vigorosamente quaisquer aberturas na sua pele (ferimentos) e trate-as com pomada antibiótica. A Fundação Nacional da Fasciite Necrosante recomenda que você mantenha tubos de pomada em seu carro, mochila, no trabalho e em casa. Enfatize aos seus filhos a importância de manter a pele limpa. Se você acha que pode ter infecção na garganta ou qualquer outra infecção, ou se acha que foi exposto a um indivíduo que tem a infecção, tome precauções para evitar infectar outras pessoas. Mantenha em mente que você pode carregar a bactéria sem apresentar os sintomas.

Limpe bem qualquer tipo de ferimento para evitar a infecção
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Referências

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