Informações sobre o motor Chevy 250 inline de 6 cilindros

Escrito por rob wagner | Traduzido por ricardo torres iupi
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Informações sobre o motor Chevy 250 inline de 6 cilindros
O motor Chevy 250 marcou sua época (Alex Vickers/blog.cardomain.com)

O motor 6 cilindros da Chevrolet fazia parte da linha de produção básica da General Motors, sendo utilizado em carros de nível de entrada e caminhões. É parte de uma longa linha de motores de seis cilindros que começaram a ser construídos em 1929, substituindo a versão de quatro cilindros. O motor 250 fez a sua estreia em 1966, sendo extinto dos automóveis de passageiros em 1979 e dos caminhões em 1984.

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Origem

O Chevrolet de seis cilindros fez sua estréia em 1929, com 194 polegadas cúbicas de deslocamento, e era comumente referido como o "Stovebolt", pois existiam seis parafusos colocados em linha reta sobre ele, assemelhando-se aos de um fogão. O "Stovebolt" serviu como modelo para os futuros motores de seis cilindros. Ele apresentava um diâmetro de 8 cm e os pistões 9,5 cm. Isso gerava 50 cv de potência.

O conceito do motor 6 cilindros

A Chevrolet foi uma das poucas montadoras que persistiram na produção de motores de seis e oito cilindros como padrões para seus carros, mantendo a confiança do mais barato, porém de fraca potência, motor 4 cilindros. O motor de seis cilindros tinha todos eles configurados em uma linha localizada no cárter. Esta configuração proporcionou equilíbrio para o motor, minimizando a vibração que tanto assolou as primeiras versões de oito cilindros. Mais importante, a configuração resultou em baixos custos de fabricação.

O modelo 250

O motor de seis cilindros cresceu no deslocamento progressivamente ao longo dos anos com as versões 181-, 207 e 235,5-ci. O 250 foi lançado em 1966 para carros e caminhões com um diâmetro de 9,8425 cm e os pistões com 8,9662 cm. Essa versão possui um diâmetro maior do que a 235, porém os pistões são um pouco menores. O 250 gerava 155 cv de potência.

Usos da versão 250

O 250 apresentou a cabeça do cilindro integrada com um carburador de um barril. Foi o motor base para os automóveis de passageiros americanos de 1966 até 1979 e para os caminhões de 1966 até 1984. Ele equipou o Camaro de 1968 até 1979, o Checker Marathon de 1969 até 1979 e o brasileiro Chevrolet Opala de 1968 até 1992.

Usos em motores que não são Chevrolet

A GM não hesitou em empregar o 250 em outros carros devido à confiabilidade do motor e seu desempenho econômico. Foi o motor de base para o Pontiac Firebird de 1968 até 1976, o Pontiac Tempest de 1968 até 1970, o Pontiac LeMans de 1968 até 1976, o Buick Special de 1968 até 1969, o Oldsmobile Cutlass de 1968 até 1972, o Pontiac Ventura de 1971 até 1975 e o Buick Skylark de 1968 até 1971. Em quase todos os veículos equipados com o Chevy 250 havia também a transmissão automática padrão de duas velocidades.

Variações

Pequenas variações do 250 foram produzidas na década de 1970. A versão L22 250 foi produzida entre os anos 1967 e 1979 para o Camaro. O modelo de 1978, por exemplo, apresentou um 250 de 258 Nm de torque. Foi também criadas mais duas versões, a LD4, que foi produzida somente em 1978 e a LE3, feita de 1979 até 1984, sendo que ambas apresentaram aumentos significativos na potência e no torque. A identificação por letras e números desses motores consistem em códigos de construção internos da GM.

Fim da produção

Outra versão do motor 6 cilindros em linha, foi o modelo 292-ci usado para caminhões Chevy e GMC, fazendo o 250 resistir até 1990. Porém o motor de seis cilindros já estava condenado desde meados dos anos 1970, quando a GM começou a experimentar um novo modelo V-6. O 250 parou de ser produzido em 1979 e foi substituído pelo V-6 de 2,8 litros da GM, que se baseia no design do V-8, porém com dois cilindros a menos.

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