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O que é uma lâmpada com filamento de carbono?

Atualizado em 23 março, 2017

As primeiras formas de lâmpadas contavam com filamento de carbono. Elas foram utilizadas até a virada do século 20, quando o filamento de tungstênio foi inventado. Hoje em dia, as lâmpadas incandescentes ainda utilizam o filamento de tungstênio.

O filamento de carbono foi substituído pelo de tungstênio no começo do século 20 (light bulb image by Photosani from Fotolia.com)

Invenção

Ao contrário do que muitos acreditam, a lâmpada elétrica foi inventada em 1809 por um químico chamado Humphry Davy. Ele foi capaz de criar um arco de luz através da conexão de uma faixa de carbono nas extremidades de dois fios que estavam ligados em uma bateria. A grande desvantagem dessa lâmpada era que o pedaço de carbono não era capaz de queimar por muito tempo. Os outros desenvolvedores da lâmpada utilizaram variações desse modelo até o ano de 1876, quando Thomas Edison criou um filete de carbono que era capaz de queimar por 40 horas.

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O papel de Thomas Edison

Thomas Edison fez duas coisas para tornar a lâmpada um utensílio popular. Além de inventar o filamento que queimava por 40 horas, ele também colocou os fios dentro de um um bulbo, criando um vácuo. Essa ideia foi utilizada em uma patente criada por Henry Woodward e Matthew Evans em 1875. Edison comprou a patente dos dois em 1879.

A mudança para o tungstênio

Em 1906, a General Electric obteve a patente para fabricar lâmpadas com filamento de tungstênio, embora esses modelos fossem caros para produzir. Em 1910, William David Coolidge criou uma forma para deixar mais baixo o custo das novas lâmpadas e elas rapidamente substituíram os modelos com filamento de carbono.

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Referências

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